A competência é a alma do negócio

 

 

Para que as questões ligadas ao Marketing Pessoal, Imagem Pública e Gestão de Carreira possam dar resultado positivo, fica evidente a necessidade da competência. Para a especialista Soeli de Oliveira, Competência é a reunião de um conjunto de conhecimentos (saber), habilidades (saber fazer) e atitudes (querer fazer). Desse modo, de que  maneira a competência pode interferir no sucesso de uma carreira e como pode ser classificada?

A competência pode ser classificada como o bem mais precioso que alguém pode oferecer e o mercado também está de olho nisso. Ele pode vir de berço ou ser adquirido ao longo de sua vida, mas é ele que irá definir o seu lugar no pódio. Você precisa ser competente em todas as áreas da vida, tanto a pessoal quanto a profissional. Precisa ser competente ao conquistar uma amizade ou trabalho e mais competente ainda para mantê-los.

Do que adianta ter habilidade para fazer algo e não saber trabalhar em equipe. Também não adianta ter atitude de fazer tudo e não saber compartilhar saberes, agindo à moda antiga em que os chefes detinham o “poder” exatamente porque escondiam as informações e quando eles saiam de cena, mais ninguém sabia fazer nada na empresa ou não poderiam, enfim.

Algumas técnicas são fundamentais para ajudar neste processo como o famoso tripé de Izabel de Moura Sampaio que se compõe de conteúdo, forma e rede. Estes resultam no famoso Marketing Pessoal que chega para dar luz às suas competências. Revelar de modo organizado suas habilidades e atitudes e pode ser valioso, se bem utilizado.

De que adianta saber fazer e não saber mostrar que sabe. É nesta hora que entrar o marketing pessoal como um grande aliado. Vale ressaltar, que trata-se de um  erro crasso, tratar o marketing pessoal como um indutor de conduta ou técnica de persuasão. Ou seja, não adianta você montar um personagem perfeito e apresentá-lo ao mercado, mascarando falhas e incompetências porque certamente uma hora a máscara irá cair por terra. Estamos falando aqui em usar o marketing pessoal para ressaltar suas competência e não inventá-las.

Autora do livro, Marketing Pessoal: Quando o Produto é Você, Cláudia Mônica Ritossa afirma exatamente isto: devemos entender o marketing pessoal como “um conjunto de ações planejadas que facilitam a obtenção de sucesso pessoal e profissional”, seja para conquistar uma nova posição no mercado de trabalho, seja para manter sua posição atual.

 

Não confunda Marketing Pessoal com  Autopromoção

Há quem confunda marketing pessoal com autopromoção. Um grande perigo porque muitas vezes essa pessoa pode ser interpretada como arrogante. O ideal é quando o  marketing pessoal vem de berço e na maioria das vezes vem, no entanto, ele pode e deve ser desenvolvido ao longo de toda uma vida.

Quando a mãe diz ao bebê ao dar os primeiros passos: você consegue, continue assim. Ela está lhe ensinado a ser autoconfiante e mostrando que você pode conseguir algo mais. Quando o adolescente se arruma para uma balada e ela diz: Se arruma direito, está parecendo um mulambo. Ela provavelmente já está lhe preparando para se apresentar adequadamente para uma sociedade que vai analisar o seu perfil de acordo com sua vestimenta e aí lá vem a mãe novamente: Fala direito, se comporta, mais  respeito com o próximo, etc. Estas orientações servirão como base para os seu marketing pessoal. Afinal, através da aparência pode se passar uma imagem de sobriedade ou de desleixo, rebeldia; atrasos constantes para realização de tarefas ou em compromissos denotam um comportamento de descaso, de falta de compromisso; a comunicação excessiva, desmedida significa falta de profissionalismo, como também a falta de comunicação revela dificuldade de relacionamento.

Claudia alerta ainda que o marketing pessoal está relacionado com a essência do indivíduo, com suas experiências, com suas competências e habilidades. As regras de boa conduta servem para nos orientar no dia a dia e são essenciais para o marketing pessoal.

Em seu livro Plano de Marketing Pessoal: Você já Fez o Seu, a autora Eliane Maria Costa vai mais além ao afirmar que “ter planos escritos e revisados periodicamente aumenta muito as chances de atingir os objetivos propostos”. E sugere a observação de alguns itens para sua elaboração como: Ter autoconhecimento, ou seja, é preciso tomar consciência de sua missão, visão e valores; Conhecer seus pontos fortes (potencialidades) e fracos (limitações); Conhecer seu mercado de atuação para identificar oportunidades e ameaças; Definir objetivos e metas; decidir quais ações são necessárias para alcançar os objetivos e estabelecer prazos, controlar os resultados e revisar as metas.

 

Dine Estela, 16/05/2018

Prova Dissertativa sobre MARKETING PESSOAL, IMAGEM PÚBLICA E GESTÃO DE CARREIRA

MBA em Comunicação Eleitoral e Marketing Político  

Faculdade Estácio de Sá

 

Qual a diferença de Rede Social para Mídia Social

Ao contrário do que a maioria pensa, Mídias Sociais não são a mesma coisa que Redes Sociais, mas todo o conteúdo inserido nelas como fotos, textos, vídeos etc. As Redes Sociais são os canais que recebem estes conteúdos. Entre as redes sociais mais comuns utilizadas pelos cidadãos para compartilhar suas mídias sociais estão Facebook, Twitter, Instagran, Linkedin Youtube e Flickr.  No entanto, não podemos esquecer dos blogs e assemelhados.

Estas redes sociais modificaram muito o modo de ver a vida de um novo público gerador de conteúdo e que não fica mais à mercê dos grandes veículos de comunicação para receber e repassar notícias. Essa nova geração vem ganhando também muita credibilidade em seus conteúdos porque passam uma realidade que vai além da virtual e recebem de volta uma resposta imediata.

Para os políticos acostumados a tantas restrições de divulgação eleitoral, a internet virou um campo fascinante de divulgação e funciona como excelente fonte geradora de informações em uma via de mão dupla. Através dos perfis políticos, é possível conhecer mais rapidamente a proposta dos candidatos e até pesquisar mais sobre suas atitudes políticas. Em contrapartida, sabendo utilizar cada mídia adequadamente, os candidatos conseguem um contato muito mais imediato com seu público.

Os cidadãos estão cada vez mais críticos e esperam respostas imediatas de seus políticos e  se os políticos não derem a devida atenção à internet correm sérios riscos. No entanto, é preciso estudar, pesquisar, conhecer os critérios da legislação eleitoral que muda a cada pleito. Para 2018, o TSE já elencou 10 novas resoluções sobre as regras para as eleições de 2018. Leia em: http://www.tse.jus.br/imprensa/noticias-tse/2017/Dezembro/tse-aprova-10-resolucoes-sobre-regras-das-eleicoes-gerais-de-2018

Qual a melhor rede social para trabalhar. Uma, duas ou todas??

Cada redes social têm funções específicas de atuação. Vale a pena estudar seus perfis antes de sair publicando livros em rede de fotos e somente fotos em fóruns de discussão. Também não adianta criar perfil e todas e não ter fôlego para atualizar. Vale ressaltar também que as oportunidades de impacto são muitas e valiosas na hora de disseminar uma informação. Por isso, a importância de divulgar somente informações relevantes, tentar atingir um público cada vez mais segmentado e ligado ao seu ideal de perfil a ser alcançado, observando tanto a demografia, geografia e a psicografia deste. Ou seja, disseminar informações que sejam desejadas e solicitadas por seu próprio público é a melhor maneira de evitar a rejeição. Essa é a chamada “teoria dos laços” de convivência. Que pode ser forte ou fraco, dependendo do grau de conhecimento de ambas as partes.

Com tantas plataformas digitais, fica muito mais fácil para o profissional de marketing alcançar um público gigante, mas o diferencial está exatamente em fechar o foco. Neste caso a quantidade pode não reverter em bons resultados e sua mensagem acabar numa caixa de spam como algo indesejado. Em alguns países estas práticas de disseminação de informação já são consideradas criminosas como invasão de privacidade. Para tanto, não custa nada perguntar antes, se o seu público deseja mesmo receber tal conteúdo. Além de estabelecer uma relação de respeito, também garante menos dores de cabeça judiciais no futuro já que as redes sociais não têm fronteiras.

Características das plataformas digitais

Para cada tipo de informação a ser disseminada é importante analisar a plataforma a ser utilizada, como citamos acima. Para conteúdos mais extensos e estruturados, o ideal é a utilização de sites que podem ser institucionais, comerciais, promocionais ou informativos. Neste âmbito ainda se pode utilizar os mini-sites para conteúdos mais verticalizados como esporte, cultura e lazer, visando atrair perfis de públicos mais específicos. Funcionam como páginas de um site.

Também é muito comum a utilização de hotsite para eventos esporádicos com prazos de validade curto. É muito comum também para lançamentos de produtos, vendas de ingressos, etc. O visual também é diferenciado. Funciona como um popup de site.

Já os portais apresentam um site permanente com conteúdos voltados para público assinante. Mesmo oferecendo conteúdos gratuitos, eles oferecem ferramentas exclusivas para assinantes com conteúdos mais completos.

Os blogs ainda continuam com uma aparência de diário, aquele que as adolescentes adoram escrever contando como foi o seu dia. Em formato verticalizado e com poucas ferramentas de navegação. São simples e atendem muito bem a este objetivo. Os blogs também ganharam nova forma de utilização por empresas e produtos que compartilham experiências dos usuários e já existem blogs mais sofisticados que mais parecem sites.

Os perfis em redes sociais geralmente apresentam conteúdos mais despojados, bem parecidos com os do blog, só que em formatos mais curtos, misturados a fotos, vídeos e simples comentários do cotidiano, também trabalham muito em comunhão com outros usuários ao trocar comentários, curtidas e até compartilhamento de informações.

Os emails chegaram para substituir as tradicionais cartinhas escritas à mão e enviadas pelos correios que poderiam levar dias, semanas e até meses para chegar ao seu destino e que agora chegam em segundos. Os  atuais “correios eletrônicos” como são chamados, além de enviar notícias, também são grandes divulgadores de propagandas de todas as formas. Algumas segmentadas pela ferramenta do e-marketing, mas também muitas disparadas de forma aleatória como email de massa, sem o menor critério, causando grandes inchaços nas caixas de emails e aborrecimento para muitos usuários que tem que perder algum tempo esvaziando suas caixas de correios. Um transtorno que já virou caso de justiça. No entanto, ter uma lista de contatos extensa e bem administrada pode ser uma mão na roda na hora de divulgar suas informações e tem gente pagando caro por este “Mailing”.

Aparência é a alma do negócio

Já ouviu dizer que não basta ter dinheiro, tem que mostrar que tem. Ou seja, o cara pode ser rico, mas se anda mal vestido, não recebe o mesmo respeito da sociedade capitalista em que vivemos hoje. O mesmo serve para a aparência de suas redes sociais, principalmente os sites, blogs e assemelhados. Onde menos é mais. Menos pirotecnia, mais acessibilidade e facilidade no acesso aos conteúdos é fundamental para garantir a audiência.

A convergência dos meios de comunicação como aliada

A internet facilitou a chegada dos jornais aos lugares mais longínquos, assim como os jornais passaram a disponibilizar seus conteúdos também nas redes sociais. Abrindo mão de algum lucro para a divulgação gratuita de informação como chamariz para a captação de novos eleitores. Essa tática também tem ajudado muito as rádios comunitárias que com as restrições de amplitude da Lei, podem utilizar a internet para superar as fronteiras da comunicação via dial. Elas que não podem passar do raio de 1km pelo dial, mas não tem fronteiras pela internet. Até mesmo as TVs passaram a oferecer seus conteúdos pela internet como um up da programação. O único problema ainda é a internet precária oferecida no Brasil

 

O planejamento estratégico de uma campanha eleitoral em tempos de crise política e financeira

A organização de uma campanha eleitoral é análoga ao composto de marketing de uma empresa. No caso do composto de marketing eleitoral: os 4 Ps do marketing (Produto, Preço, Ponto, “distribuição” e promoção) são substituídos por: Candidato (produto), Programa de governo (Preço), Ações sociais estratégicas de comunicação (Promoção) e meios de difusão da comunicação ou seja, as informações sobre o candidato e suas propostas no lugar da (distribuição).

No entanto, o marketing político é muito mais complexo. Para montar um perfil que atenda às necessidades do público-eleitor é preciso entender este público cada vez mais segmentado e transformado num grande mosaico de necessidades e possibilidades. Vale ressaltar, que o composto de marketing eleitoral ideal deve partir de uma análise aprofundada dos desejos de cada um desses segmentos da sociedade que compõem este grande mosaico.

Dentro de uma realidade de grande descrédito da classe política, promovida por ela mesma, sempre envolvida em grandes escândalos de corrupção, o público-eleitor está cada vez mais cabreiro com discursos muito politizados e campanhas de marketing pessoal massivas. Este público se volta mais para as ações deste candidato propriamente dita e irá buscar estas informações de várias maneiras, principalmente nos meios eletrônicos de mídia. “Logo, não adianta uma campanha rica, cheia de recursos midiáticos se o candidato, seja um político já renomado ou um principiante, não mostrarem legitimidade no desempenho do seu cargo eletivo e/ou projetos consistentes”, aconselha (KOTLER 1978).

Ainda segundo KOTLER (2000), o marketing é mais uma filosofia de gestão do que simplesmente venda de uma idéia, candidato ou produto. Os autores CHURCHILL E PETER (2008) ressaltam que neste contexto político, o marketing é definido como a arte de informar e comunicar com o eleitor; orientar e direcionar as ideias do partido, candidato e governo, em função das necessidades que se detectam; é definir o seu público e satisfazê-lo; é potenciar relações duradouras com os eleitores. Enfim, é ajustar medidas políticas e estratégicas às necessidades do estado e da sociedade, aos anseios dos cidadãos, no sentido de servir sempre melhor, aproximando o governo dos governados.

A diferença do marketing eleitoral para o marketing político

Falamos até o momento do marketing eleitoral, mas não podemos deixar de destacar a importância do marketing político para a manutenção da divulgação das ações da gestão política. A utilização das estratégias de planejamento direcionadas para a gestão é de suma importância para a garantia de uma reeleição com mais facilidade. Neste trabalho a manutenção do relacionamento com o público-eleitor é fundamental e na maioria dos casos esquecida pelos eleitos que parecem governar para si, esquecendo do plano de governo aprovado pelo povo que o elegeu. Falamos aqui dos eleitos.

No caso dos candidatos, marketing eleitoral, é peça fundamental para o sucesso de uma campanha política, apresentando grande eficiência e eficácia, mas vale ressaltar, que suas técnicas devem ser utilizadas com parcimônia, pois, se mal utilizadas, podem levar o candidato com chances reais de vitória, a amargar uma grande derrota nas urnas. É preciso anular o grande preconceito entre marketing e política, em que juntos ganham um tom pejorativo “político marqueteiro” não é bem visto pela sociedade hoje em dia. Propagando a ideia de que marketing político é uma máscara do político corrupto e mentiroso. Remetendo aos casos de marketing empresarial de empresas que aumentam a publicidade dos produtos encalhados re-lançados no mercado como algo novo e muito legal. Prática também desmascarada pelo público consumidor que já aprendeu que propaganda demais de um produto antigo que chega de cara nova, boa coisa não é.

O planejamento estratégico em marketing eleitoral trabalha basicamente a organização e o conceito

De acordo com CHURCHILL E PETER (2008), Planejamento Estratégico é uma técnica administrativa que procura ordenar as idéias das pessoas, de forma que se possa criar uma visão do caminho que se deve seguir (estratégia). As ideias são coordenadas basicamente depois da análise desse grande mosaico, peça a peça. Seguimento por seguimento. Esse ambiente externo irá determinar os caminhos a seguir, quais as ameaças e oportunidades. Tudo isso, deve ser precedido de uma profunda análise dos aspectos internos (fortes e fracos) do candidato, como primeira iniciativa do planejamento estratégico de campanha.

A segunda ação, a análise do ambiente externo e interno, pode ser feita de várias maneiras, sob várias vertentes, para descobrir as ameaças e oportunidades. Por exemplo: em uma região específica é possível encontrar várias necessidades por segmento, no entanto, não é difícil encontrar uma necessidade macro. Ou seja, é possível atender o maior número de pessoas possível, com apenas um plano de governo. Exemplo: uma região com baixa segurança, falta de emprego, baixa escolaridade, saneamento básico e saúde prevê um plano que estude quais as melhores possibilidades para atender a essa demanda dentro de uma realidade possível, buscando mostrar basicamente uma proposta inovadora para fontes de custeio de suas ideias. Ou seja, se uma cidade não pode bancar sozinha a manutenção de um grande hospital geral, procura-se um consórcio que reúna várias cidades para a manutenção deste hospital que irá atender a região e porque não, sentar na mesa de negociações: os poderes público e privado?

Nesta fase de planejamento também é importante encontrar as fraquezas dos concorrentes para fortalecer as suas. Planejando ações alternativas no caso da reação do concorrente. Procurando sempre fazer a coisa certa no menor tempo. Unindo eficácia com eficiência. No caso político, não adianta discursos longos para o público errado nem discursos curtos para o público certo. É preciso encontrar o meio termo com discursos claros e objetivos. Deixar o gostinho de quero mais é diferente do que deixar a sensação de informação rasa, sem fundamentação teórica e prática.

Os elementos básicos do planejamento estratégico de campanha

O sucesso de uma campanha está basicamente no grau de envolvimento do candidato, ou seja sua motivação pessoal e capacidade em identificar o clamor das ruas. Seja, por empregos, remédios, saúde, transportes ou uma catástrofe que possa gerar uma grande discussão sobre melhor gestão.

A definição de missão do candidato é o primeiro fator preponderante na hora do voto. Um morador da Baixada Fluminense dificilmente irá votar num candidato que tem projetos apenas para a Zona Sul do Rio, onde moram os mais abastados da sociedade. Logo, este candidato deve prever a sua missão, de acordo com o público que pretende atingir. “Candidato do povo pobre” ou do “povo rico” ou ainda de todos os povos” . Este mesmo candidato pode definir a sua missão como algo mais subliminar como a ética, bons costumes, moral, etc. Governar baseado nestes princípios é tudo que o eleitor sempre esperou e hoje mais do que nunca. Mas vale ressaltar, que não basta falar, tem que provar, ou seja, agir assim.

Na visão do candidato, ele precisa deixar claro sua visão de futuro no cargo pretendido. Deixando sempre muito destacado o porquê e para quê pretende se candidatar. Muitos candidatos tiveram a cara de pau de dizer que eram candidatos para ganhar melhores salários e cuidarem de suas famílias em primeiro lugar e pasmem, ganharam as eleições, não pela visão em si, mas pela sinceridade como trataram o tema. No entanto, este campo deve expor na prática a ‘visão de mundo” ideal com base na sua eleição.

Os valores pessoais serão ressaltados nos discursos mesmo que o candidato não queira. Dominar técnicas de comunicação será de suma importância nesta hora. Por tanto, é melhor definir os valores mais próximos de si, do que tomar para si, os valores mofados de uma sociedade democrática de valores falidos. Como defender o casamento entre heteros com altas taxas de divórcios, por exemplo. No entanto se você acredita que este é o melhor caminho para uma sociedade sadia, procure saber antes se a maioria do seu público-alvo pensa assim através de uma boa pesquisa de campo, antes de definir seus valores políticos e pessoais e expor publicamente para depois não sair por aí, tentando aprovar a lei Cura Gay numa sociedade LGBTS. No entanto, valores não são inegociáveis, não estamos aqui falando para você se adequar à sociedade, pelo contrário. É preciso entendê-la e respeitá-la com ética transparência, honestidade e comprometimento acima de tudo.

TORQUATO (2002- Pg. 184) enfatiza a importância dos valores na prática de uma candidatura: “Falemos, agora, sobre valores que engrandecem os perfis políticos. Certos valores ajudam o candidato a atrair a simpatia e a decisão favorável do eleitor. Em primeiro lugar, a grandeza ética. O candidato sério, decente, cumpridor de compromissos é bem-aceito e se encaixa no perfil desejado pelo eleitor. A desonestidade, a falta de idoneidade, a falta de confiança afastam o eleitor. Uma segunda categoria valores relaciona-se ao discurso novo, um discurso objetivo, concreto. O eleitor já está descrente dos discursos já gastos, monumentais. Outro elemento de motivação de voto é a determinação. As posturas imobilistas afastam o eleitor. O candidato que não transmite a ideia de realização não ganha voto. Já o conceito de empreendedor, pessoa ativa, dinâmica e corajosa, tem vez. A velha política não atrai mais. Um modo diferente de fazer política é praticando transparência, usando a franqueza. A autonomia é outro aspecto importante. O candidato deve dar mostras de independência, a ideia que pode colaborar para resolver os problemas da população”.

Partindo destas definições podemos prosseguir para a organização prática do planejamento estratégico da campanha, planejamento das ações da campanha, calendários, agendas, roteiros do candidato e de marketing.

Mídias sociais vilãs ou aliadas. Como usar

redes-sociais-mais-usadasA propaganda da atualidade não está mais centrada na utilização de técnicas cada vez mais ricas e elaboradas do ponto de vista técnico para persuadir as massas, que estão muito mais preocupadas com o conteúdo destas mensagens do que com a qualidade técnica das mesmas e já conseguem entender muito bem as mensagens subliminares passadas pelas mensagens publicitárias, principalmente as que têm conteúdo político.

A arte de planejamento, produção e veiculação das boas mensagens deve estar hoje diretamente ligada e focada ao apelo emocional como bem destacou Venício Lima. (2006, p. 258). “É preciso uma narrativa preocupada com a resolução de problemas”. Vale ressaltar ainda, segundo ele, que a mídia não deve estar separada da política, porque ninguém melhor para disseminar boas ideias do que elas. Essa consciência vem de longa data, haja vista, que desde o século XX, os políticos já se preocupavam com este tipo de disseminação de suas informações e século XX chegou a ser considerado o “século das massas”, segundo QUINTERO, 1990, p. 208).

Alemanha, Inglaterra e EUA utilizaram muito da “propaganda da atrocidade” em que disseminavam as práticas dos inimigos como inapropriadas, mas faziam as mesmas coisas ou até pior, mas claro, com uma divulgação em que os fins justificavam os meios  investindo no sentimento de patriotismo do povo. Com técnicas bem elaboradas com mensagens específicas para cada público, ficava mais fácil atingir as várias camadas sociais, tendo o rádio e a TV como grandes aliados nesta época. Estes dois veículos ainda são os preferidos dos políticos mesmo com a chegada da prensa por Gutemberg ainda no século XX e as redes sociais no século XXI.

Com pouca gente sabendo ler e escrever, nada melhor do que ouvir e assistir as mensagens cada vez mais elaboradas no século XX, certo. No entanto, em pleno século XXI, o índice de analfabetismo funcional ainda é alto e estes veículos ainda se mantêm no topo das preferências.

No entanto, as redes sociais chegaram para dar uma sacudida no jeito de de conceber uma notícia. Atualmente não são somente os técnicos que detêm o poder sobre a disseminação das informações mas todo e qualquer cidadão que tem um smartphone nas mãos conectado à internet. Este forma a sua própria rede de cem milhões de amigos e decide o que será disseminado para eles. Quanto ao interesse dos mesmos, é algo muito relativo e o sentimento deve ser analisado antes de tentar interagir nestes grupos porque o político corre o risco de se expor e não obter um resultado tão positivo quanto o esperado.

Com tantas redes sociais e e veículos de comunicação online, os políticos optaram por também entrar neste campo minado e criar suas próprias redes sociais, sem inventar  a roda, tendo em vista que essa é uma prática centenária, no entanto, com um foco mais humanitário, ou seja, mais intimista e pessoal. Barack Obama dominava muito bem essa técnica e acredita que isso o ajudou muito em sua campanha presidencial.

No entanto, é preciso ter poder de persuasão para pôr a cara nas mídias se não for um político preparado para receber elogios mas também muitas críticas severas. Em plena era democrática de direitos, todos se sentem gabaritados para reclamar, difamar e desmascarar políticos desonestos e mentirosos das mais variadas maneiras possíveis, seja com fotos, vídeos, áudios e até mesmo depoimentos de próprio punho.

Hoje em dia, até mesmo um ponto de interrogação sobre algum assunto pode ser alvo de severas críticas. Logo, entrou na chuva é para se molhar. Ou seja, se essa participando ativamente nos meios de comunicação planeje muito bem seu discurso antes de sair falando besteira. E vale ressaltar que discursos vazios, invasivos ou sem posição serão altamente combatidos pelo público.

Um show de emoção na avenida. Escolas se superaram mesmo sem dinheiro

Eu cheguei a ficar encantada com o futurismo da Vila Isabel e seu “carnaval luz” mas ver as críticas sociais da Beija-Flor de Nilópolis, me deu arrepios. Ver aquela multidão invadindo a avenida no final do desfile também foi emocionante.

Mas quando achei que já estava legal de emoção, chega a Salgueiro falando das lutas do gênero feminino. Das agressões que as mulheres sofrem até hoje, seja com assédio moral, sexual, agressões físicas e muitas muitas vezes, psicológicas. Esta última consegue ser tão subliminar as vezes, que a mulher mal percebe como está sendo violentada em seus direitos como cidadã, profissional, mãe, etc. Enfim. Sempre torci pela.Beija- Flor e ela nunca me decepcionou, mas.desta vez nao tive como nao me sentir representada pela Salgueiro.

Cheguei a uma conclusão: parafraseando a Mangueira: Com dinheiro ou sem dinheiro, ano que vem estarei na Avenida. Chega de assistir a esta grande arte brasileira pelas lentes alienantes da única emissora autorizada a registrar as melhores imagens. Não que esta, não tenha feito seu trabalho com excelência, pelo contrário. Também deu um show à parte, mas nada melhor do que os olhos humanos para captar os melhores tons!

Assessoria de imprensa para políticos e candidatos

Sumário:

  1. Características do jornalismo político no Brasil

  2. O perfil dos principais veículos de comunicação no Brasil

  3. A cobertura política

  4. Assessoria de imprensa ou lobby

  5. Assessoria de imprensa governamental e política

  6. Técnicas e ferramentas de assessoria de imprensa em marketing político

  7. Técnicas de divulgação dos tradicionais aos novos modelos de difusão

  8. Peculiaridades do relacionamento com a imprensa em situações de crise

  9. Referências bibliográficas

O jornalismo no Brasil já nasceu político. O primeiro jornal fazia críticas à administração da Corte Portuguesa. Criado por Hipólito da Costa, o Correio Braziliense mesmo proibido de circular pela Corte, conseguia chegar aos guetos e difundir suas ideias abolicionistas e sua posição liberal.

A Coroa reagiu e lançou seu jornal chapa branca, o Gazeta do Rio. Outros periódicos surgiram na época, sem grande sucesso devido a grande censura da Coroa, e olha que eles nem tinha passado pelo militarismo ainda hein. O período pós-independência também foi muito difícil para a imprensa.

E fato que a imprensa no Brasil sempre esteve ligada à grandes grupos políticos. Mesmo os grandes jornais que empunham a bandeira da imparcialidade têm algum vínculo político. No entanto, a imprensa ainda continua mantendo um elo muito forte entre a sociedade e o poder instituido.

Os políticos da época já conheciam o poder da imprensa e conseguiam influenciar a opinião pública em seus projetos políticos. Isso nos remete aos tempos atuais com os grandes veículos de comunicação nas mãos de Assis Chateaubriand e que tem grande influência sobre a opinião popular.

Mas ainda é possível encontrar alguns veículos um pouco “independentes” como o jornal de São Paulo considerado elitista, conservador e de tendência liberal. Já a Folha de São o Paulo é tratada como crítica, voltada para denúncias e apurações, mas não se sabe se ela é de direita ou esquerda mesmo o grupo tendo apoiado as “Diretas Já” . Os outros têm posições muito claras e políticas, principalmente os nanicos que geralmente pertencem a algum político, principalmente os prefeitos, deputados, governadores e senadores, nesta ordem de prioridade.

Uma pesquisa realizada pelo site Donos da Mídia revela que 271 políticos são sócios ou diretores de 324 veículos de comunicação (www.donosdamidia.com.br ) No entanto, a santa ingenuidade popular ainda tende a acreditar que o saiu no jornal é verdade incontestável.

Po isso, na hora de divulgar as informações do seu candidato, é importante conhecer a origem do veículo e do jornalista para o qual irá mandar o release, porque você pode estar dando ouro ao adversário. No entanto, não há grandes segredos na assessoria de candidatos. O segredo de se trabalhar bem com a mídia é criar boas relações com os jornalistas.

Outra questão importante a se observar é: Em ano eleitoral muitos especialistas irão aparecer com técnicas milagrosas para ganhar eleições, no entanto, é importante lembrar que nem sempre a melhor equipe irá ganhar todas as eleições, mas uma equipe despreparada não irá ganhar nenhuma eleição.

Fontes – como lidar com elas

Não é àtoa que o mundo é redondo, minha gente. Hoje você está tratando com um “mero” assessor de imprensa, amanhã este mesmo assessor por virar o diretor executivo de um grande jornal e ele pode não esquecer a sua arrogância quando falou com ele da última vez. #ficaadica

Por tanto, a primeira regra do bom jornalista é tratar bem a fonte. Também é preciso ter contato com muita gente, observar as informações que chegam de todos os lados para fazer uma boa apuração do que é verdade e do que realmente pode virar uma boa pauta. A apuração é fundamental, principalmente se a informação chega de algum político que certamente vai legislar em causa própria.

Outra dica importante é não aborrecer os jornalistas com discursos longos sobre a política.

Não organize entrevistas coletivas ou almoços desnecessários com a imprensa, nem tente atrair publicidade barata para seu assessorado, pois, assim, a mídia pode não levá-lo a sério.

Tenha cuidado com qualquer presente que der aos jornalistas. Responda com a maior rapidez e precisão possível às perguntas das organizações de mídia. Seja honesto.

Em situações difíceis, não tenha medo de se recusar a responder a uma pergunta.

Procure evitar respostas inúteis como “sem comentários”. Quando estiver em dúvida, peça tempo para dar uma resposta melhor e mais precisa. Seja firme, mas polido.

Fica muito mais ´fácil quando se trabalha a partir de uma agenda setting . Trata-se de uma “Análise editorial” um “retrato” da mídia, um mecanismo por meio do qual se avalia qualitativamente a cobertura da mídia, permitindo identificar oportunidades e falhas no trabalho da assessoria de imprensa e da área de comunicação. Utiliza uma metodologia variada, mas a base é a leitura isenta do material, atividade que pode ser terceirizada, para evitar a contaminação.

Fontes – Manter a distância mas nem tanto

É preciso manter o bom relacionamento que muitas vezes se estreitam e tornam-se amizades, mas nunca deixar de preservar a função social de cada um nesta relação para que mais tarde não seja transformado em cúmplice, ou seja influenciado pelo jornalista. Sem dúvida é uma relação de interesse mútuo mas que deve ser cultivada com parcimônia.

Não mentir, não oferecer vantagens em troca de belas reportagens ou pior, dinheiro para que algo não seja publicado é a pior prática que um assessor de imprensa pode ter e isso geralmente irá se espalhar como pólvora no meio jornalístico, aniquilando toda a sua credibilidade enquanto fonte ou porta-voz da mesma, o que é pior ainda.

O que se espera de uma boa assessoria de imprensa:

Ter transparência, sabendo administrar conflitos e nunca sonegar informações são à base de uma boa assessoria. No entanto, não se faz assessoria por fazer. É preciso planejar e seguir as orientações definidas, desprezando o improviso para evitar que o assessor se depare com surpresas, a não ser em situações especiais inesperadas, que mesmo assim devem fazer parte de um plano contingencial. Planejamento envolve relacionar e avaliar informações e atividades, definir os objetivos e metas e as estratégias para alcançá-los, além de fixar o prazo para que isso aconteça, seguindo as políticas institucionais. Depois das definições, o assessor lança mão de uma série de instrumentos que darão suporte às ações planejadas.

A assessoria eleitoral deve considerar que o sistema partidário eleitoral do país é frágil, o sistema partidário também e os meios de comunicação tem favorecido um novo meio de fazer política, através do tempo de TV. no entanto, há outras formas muito eficientes de se inserir neste contexto altamente competitivo: Algumas dicas muito importantes devem ser seguidas para maximizar a divulgação as informações: adicionar imagens para download e logos; adicionar links para informações de fundo; adicionar links para sites relacionados;

incluir vídeo e áudio;

oferecer acesso rápido a contatos;

utilize técnicas de e-marketing para orientar sua história, personalizar e enviar para o grupo ou região apropriados;

Se antes o jornalista utilizava o “modelo empurra”, que é o envio de press release para um número grande de profissionais buscando atingir o máximo possível da audiência, hoje a situação se inverteu. O novo “modelo puxe” significa o uso de feeds RSS para que blogueiros, jornalistas e outros clientes recebam informações de interesse. As relações devem ser invertidas, fazendo com que o fluxo de comunicação seja contínuo e tenha a participação de todos os agentes da comunicação.

Peculiaridades do relacionamento com a imprensa em situações de crise

O melhor remédio para a crise é enfrentá-la. Resolver o problema, comunicar isso e assumir o erro é a melhor forma de construir relações de confiança com a imprensa e com a opinião pública.

algumas regras básicas sobre o que fazer, o que não fazer e como se preparar para uma crise.

não discutir nem reagir agressivamente aos jornalistas, mesmo quando provocado. Manter-se calmo é fundamental;

evitar, mais do que nunca, comportamento de arrogância e indiferença;

O que fazer em uma crise?

Calma. Prepare-se.

Não saia falando sem saber de fato o que aconteceu. Declare à imprensa que você irá se informar e voltará a falar. E volte.

Não tema. Fale.

Se você não falar, alguém – qualquer um – vai falar por você, só que não necessariamente a verdade.

Mentir, jamais. A mentira tem mesmo pernas curtas. E, quando alguém descobrir que você está mentindo, um dos últimos e o mais precioso recurso que lhe resta – a boa vontade da opinião pública – estará perdido. Daí para frente, nada mais importa: você será o culpado. Assegure-se de estar sendo compreendido.

Tudo é um problema de comunicação. Jornalistas e opinião pública estão de fato entendendo e aceitando o que você está falando? Cuidado com termos técnicos e evasivos. Não especule. Não brinque. Não subestime. Cuidado com a impressão de que você é arrogante e age de má-fé. Jamais diga “sem comentários” ou “nada a declarar”, são frases antipáticas e dão a impressão de que há algo a esconder. Trate de ser identificado como crível, honesto.

A imagem e a credibilidade, no momento de crise, são decisivos. O que vale é aquele dito popular sobre a mulher de César: não basta ser honesto, você tem de parecer honesto. Monte um comitê para gerenciar a crise e sua comunicação. Prepare press releases, depoimentos, listas de perguntas e respostas, testemunhas favoráveis etc. Agende entrevistas e atenda bem a imprensa. Publique um anúncio explicando a posição da empresa.

Monitore a mídia e corrija erros. Mantenha ativos os canais de comunicação com o governo.

Se necessário, contrate os serviços de um call center para atender o público. Monitore a reação dos diversos públicos afetados (clientes, acionistas, fornecedores, governo, ONGs, comunidade e público interno) Mantenha todos bem informados. (adaptado de CALDINI, 2000).

O que não fazer em uma crise

“Estou sendo injustiçado.” Mesmo que você tenha feito tudo na boa-fé, não se julgue perseguido pela imprensa, pelo governo, pela associação de consumidores, pelos ambientalistas e até por sua própria mãe. Isso não resolve. Agrava a situação.

“Não é problema meu.” Não tente se preservar. Se seu medo é perder o emprego, saiba que tocar a crise com competência, ao contrário, pode significar ganhar uma promoção.“Respeite-me.” Por mais envolvido que você esteja, a questão não é pessoal. Menos envolvimento emocional facilita o raciocínio equilibrado. “Não quero incomodar meus chefes.” Não demore. Comunique a crise imediatamente a escalões mais altos. Tempo é chave. “Foi um episódio isolado. Não vai acontecer novamente.” Não ignore sinais de alerta. Resolva problemas potencialmente graves da primeira vez, antes de se tornarem crises. “Isso não vai dar em nada.” Efeito avestruz não ajuda. O que você prefere: um fim horroroso ou um horror sem fim? “Seguimos todas as normas, padrões e regulamentos da companhia.” E quem se importa com isso? “Legalmente estamos cobertos.” Ter razão em crises não significa vencer. A questão é de imagem e não apenas de leis. “Foi um problema menor. Não há motivo para pânico.” Não se iluda. Uma pequena rachadura em um dique pode significar catástrofe. Não negligencie seu público. Respeitados e bem informados, eles podem ser seus aliados. (adaptado de CALDINI, 2000).

Como se preparar para a crise

Na crise, a sorte conta pouco, o preparo, muito. Contrate uma assessoria qualificada para desenvolver um programa de treinamento em gerenciamento de crise. Envolva toda a direção e gerentes seniores da empresa. Faça um media-training (treinamento para lidar com a imprensa) de crise.Faça um brainstorming de possibilidades de crises no seu negócio. (adaptado de CALDINI, 2000).

Desenvolva um extenso questionário e prepare as respostas para as possíveis perguntas. Desenvolva mensagens-chave. Crie um comitê de crise e reúna-o ao menos uma vez a cada seis meses para novas avaliações. Lembre-se: a pior crise é aquela para a qual estamos pouco preparados. Não esperar o final da entrevista para revelar informações importantes;

não conceder off the records. Fonte: MBA Marketing Eleitoral e Político. Estudos sobre assessoria para políticos. Material de prova dissertativa.

A onda de boataria

Hoje lendo um texto de Walcyr Carrasco, autor da novela “O outro lado do Paraíso” sobre as mentiras sobre a sua novela e de como ele ficou indignado, me solidarizei e lembrei de como isso dói.O ano das fake news
https://www.linkedin.com/pulse/o-ano-das-fake-news-walcyr-carrasco

Putz, já perdi a conta de quantas histórias absurdas já ouvi sobre mim e a minha carreira de 20 anos como jornalista e radialista. Já me viram em lugares que nunca estive, já tive namorados que mal falavam comigo e já devo ter sido amante da maioria dos meus chefes. Sim porque mulher bem sucedida nessa sociedade de machistas idiotas, só pode ter bons cargos ou bons círculos se for puta mesmo.

Sem comentar os cargos que abri mão exatamente para fugir deste estigma, outros que eu até gostaria de assumir mas o ônus da boataria seria ainda pior.

Dói um pouco porque a maioria dos comentários malditos vêm de pessoas muito próximas, amigos e até parentes. Mas sigo em frente com minha consciência tranquila de que tudo que sou é fruto do meu trabalho e das minhas horas de estudos para melhorar não somente como profissional, mas como pessoa, mãe, esposa, amiga e acima de tudo: mulher brasileira.

XIV Retiro de Carnaval –

Queimados vai receber neste final de semana o XIV Retiro de Carnaval da igreja católica

O retiro chamado “ Vinde a mim” irá começar no dia 10 de fevereiro e irá até o dia 13, a partir das 7:30h no Ginásio Municipal (Rua Vereador Marinho Hemetério de Oliveira, 1.180, Vila Pacaembu, Queimados, RJ). A programação irá contar com missa, adoração, pregações e muito louvor. Além de confissões, retiro infantil entre outras atividades. Entre as presenças confirmadas estão: Dom Luciano Bergamin (bispo diocesano de Nova iguaçu), PE. Marcus Barbosa (vigário-geral da diocese de NI), PE. Ricardo Nunes (assessor eclesiástico – RCC Diocese de NI), Kátia Roldi (presidente do Conselho Estadual da RCCRJ), Vinícius Simões (Comunidade Mãe do Redentor.). O evento está destacando o “Ano do Laicato: Cristãos, leigos e leigas sujeitos “na igreja em saída” a serviço do Reino”.

Gilmar Mendes é homenageado em marchinha de carnaval 

‘Alô, alô Gilmar/eu to em cana,/vem me soltar’, diz a canção

Depois do japonês da federal e o prefeito de São Paulo João Dória serem personagens do carnaval que passou. Este ano o destaque vai para o ministro do  Supremo Tribunal Federal (STF) e Presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Gilmar Mendes. “Ele é uma figura que está no jornal diariamente. A gente acorda com ele quase todos os dias”, disse João Roberto Kelly, 79 anos. A canção será lançada na sala Baden Pawer em Copacabana, Rio, mas o cantor ainda não revelou o dia. Estadão. O ministro foi “homenageado” em pelo menos três novas marchinhas. Conta a reportagem do Estadão em matéria do colega Gilberto Amêndola na coluna de política.   Kelly, que é autor de clássicos como “Cabeleira do Zezé” e “Mulata Iê-Iê_Iê”, lançou “Alô, Alô Gilmar” ( “Alô, alô Gilmar/eu to em cana,/vem me soltar…).

Outros  Marcheiros saíram com “Gilmar Soltou A franga” (“Gilmar soltou/Soltou a franga/Largou a “tonga”/E agora só anda de tanga…). O grupo Orquestra Royal também vai repetir o tema com “A Dancinha da Tornozeleira” (Começou o carnaval do Gilmar/Liberou a brincadeira/Quero ver quem vai dançar/A dancinha da tornozeleira

A inspiração, é claro, vem dos últimos habeas corpus concedidos pelo ministro, como no caso do ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho; do ex-ministro dos Transportes Antonio Carlos Rodrigues, presidente do PR; e o empresário Jacob Barata Filho, o ‘rei do ônibus’. “A gente vive uma época do polarizada, tão direita e esquerda, que o Gilmar Mendes é o único personagem que pode unir todas as tribos. Ele pode ser motivo de brincadeira para quem está de qualquer lado do embate político”, disse Thiago de Souza, um dos compositores dos Marcheiros. Fonte: Estadão.

Destaques da natureza hoje

A natureza com toda a sua exuberância nos premiando com um show de beleza.

Flagrante do Dia

Luto

Hoje acompanhei o velório do pai de uma grande amiga, Dr.ª Fátima Sanches em Nova Iguaçu. O senhor Manoel Nascimento Dias. Ele faleceu aos 78 anos por conta do Mal de Alzheimer, doença degenerativa que destrói os neurônios. O sepultamento aconteceu na tarde desta segunda, 15, às 13h no Cemitério Municipal de Nova Iguaçu, cidade onde morava com a esposa.

Ele já estava acamado há cerca de 1 ano, conta sua filha, Dr. Fátima. “Ele já não lembrava mais como andar e comer. Estava sofre do muito”, explicou.

Nascido em 06/06/1939, em alagoas, veio para o RJ com 17 anos, serviu o exército, trabalhou na Bayer durante 3 anos até que montou seu primeiro comércio. Casou-se aos 28 anos, teve 2 filhos e três netos, formou -se em direito aos 30 anos.

“Este é um momento de muita dor para a maioria dos Seres Humanos mesmo sabendo que é o único destino certo de todos. Mas como se despedir para sempre de alguém que sempre fez parte de nossas vidas”, observou a filha.

O que dizer para uma pessoa nessa hora? Força, coragem, segure as pontas, ou simplesmente: meus sentimentos.  Sempre fico com esta dúvida na hora de consolar.

Mas o fato dos amigos estarem juntos nesta hora de tanto sofrimento faz muita diferença na vida de quem perde um ente querido. Força aí, companheira!

Convencer, comover e agradar são características de um tipo especial de discurso que veremos muito neste ano eleitoral

O Discurso persuasivo, assunto no qual vamos tratar agora nada mais é do que a forma mais sedutora do convencimento. E você verá muitos políticos utilizando com excelência. Como identificar o fundo de verdade nestes é a grande questão. Este discurso do convencimento pode ser feito basicamente através das palavras muito bem elaboradas, mas neste contexto não podemos deixar de observar a importância de outros fatores primordiais como os artifícios visuais como roupas, gestos e aparência de um modo em geral. Valeu tudo na arte da sedução. Inclusive a marca do café ou do sapato que vai usar na hora de apresentar-se para o seu público. Mas o fator mais importante de todos, a meu ver é que o orador diga exatamente o que ou ouvinte quer ouvir. Esta é uma das técnicas apresentadas por (Lionel Bellenger. 1987) em seu livro: A Persuasão e suas técnicas.

No entanto, o autor vai mais além e destaca os 4 C´s: Credibilidade, Coerência, Consistência e Congruência. Outros fatores também são destacados pelo autor como o jogo dramático, espontaneidade, empatia, matriz de identidade com o público que o aproxime de alguma maneira deste público alvo.

A criação do personagem também citado pelo autor, no entanto, já não é visto com bons olhos pela crítica atual, haja vista, que ninguém está blindado, a ponto de conseguir manter esta máscara/personagem, outra técnica utilizada pela técnica do poder de persuasão, por muito tempo. Num tempo de paparazzo e câmeras por todos os lados, fica complicado fazer o personagem do bom moço o tempo todo. Então o melhor é descobrir o público que mais se adeque ao seu estilo de vida e falar diretamente para ele, sempre deixando claro, que as portas estarão abertas para todos que lutam pelo bem comum e que seja bom para todos, mantendo o respeito mútuo.

O discurso persuasivo se baseia na amplificação de nossas necessidades, ( Lionel Bellenger . 1987), transformando as pessoas em soldados de nossa causa, como se a causa fosse deles também e será. Outras técnicas apresentadas pelo autor são de suma importância para o discurso persuasivo: o convencimento por meio de provas irrefutáveis, como a lógica dos fatos; depois a comoção, trabalhando neste tópico, a emoção das pessoas. Com isto, deve conseguir transmitir ao público a mesma paixão que sente pela causa e isso pode ser representado por algum relato de experiências próprias, fazendo com que, sua dor se identifique com a dor do outro. Para fechar o ciclo da persuasão, segundo Lionel, mostrar o céu como limite para quem seguir sua ideologia.

Já um dos maiores especialistas em persuasão, o psicólogo Robert B. Cialdini defendeu que existem outras seis armas de persuasão: Reciprocidade, Coerência, Aprovação Social, Afinidade, Autoridade, Escassez. Neste caso, as duas últimas acrescentariam à teoria anterior. No caso da autoridade, se utilizam de especialistas para garantir a autoridade no assunto. Ou seja, se um especialista diz, não se discute.

Já a escassez estaria ligada diretamente ao marketing de produtos e impõe um medo que se perca o produto por conta de sua escassez no mercado. Este autor conclui ao dizer que: Tais características da persuasão mesmo sendo utilizadas juntas ou separadas, já seriam suficientes para persuadir.

Os sofistas também se destacaram na técnica da persuasão como mestres da retórica e da oratória. Eles acreditavam na verdade múltipla. O mais conhecido sofista foi Protágoras de Abdera. (c. 490-421 a.C.) . Ele pensava que “O homem é a medida de todas as coisas, das que são como são e das que não são como não são”. Isso significa, em outras palavras, que se uma pessoa pensa que uma coisa é verdade, tal coisa é a verdade para ela. Ou seja, a verdade é subjetiva e relativa, não objetiva e absoluta.

No entanto, a Antilógica de Protágoras também pode ser apresenta como uma boa técnica de preparação de discurso porque ao conhecer profundamente os dois lados do discurso fica mais fácil defender bem qualquer posição. Protágoras foi um dos mais importantes sofistas.

Aristóteles, por exemplo, definiu o sofística como “a sabedoria (sapientia) aparente, mas não real”. Ou seja, ela pode ser relativa e mutável e tinha como adversários teóricos, Platão e Aristóteles. Aristóteles definia os sofistas como sapientes na arte de transformar a mentira em uma falsa verdade de acordo com suas necessidades de convencimento.

Penso que a pessoa que deseja dominar a arte do discurso precise ler estes filósofos, mesmo no caso dos sofistas, que não são considerados uma escola filosófica, mas Platão, por exemplo, nos oferece uma gama de conselhos muito pertinentes como o mito da caverna e seus adereços e que vai nos dizer que somente através do conhecimento poderemos dominar qualquer coisa, sem nos deixar levar por teorias que já venham prontas para serem consumidas.

Analisando o mito da caverna, Platão nos mostra que somos como os prisioneiros, vivendo num mundo das sombras em completa ignorância e ilusão. Porém, através de uma força, a curiosidade, podemos conhecer as coisas, os objetos sensíveis. Claro que toda curiosidade tem seus riscos e no caso do homem que resolveu voltar para a caverna para tentar libertar seus colegas e acabou assassinado por eles, por acharem se tratar de um monstro do mundo moderno. Aliás, isso já acontece com muitos estudiosos que foram além do seu tempo, mas isso também não deve nos desanimar de continuar a desbravar a vida e seus mistérios. Porque como disse Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Marketing societal (orientado para o bem-estar social)

O marketing societal chega como uma orientação inovadora em que uma empresa avalia em primeiro lugar os interesses dos consumidores-alvo para oferecer produtos e serviços de forma mais eficiente, eficaz e de maior valor do que seus concorrentes, mas, procurando tanto beneficiar o cliente quanto proporcionar o bem estar geral da sociedade. Kotler (KOTLER et al, 2010, p. 11) define essa estratégia como “atividade pela qual uma empresa pode construir uma relação ou parceria com a causa social, ou um número de causas, para benefício mútuo”. com base em questões éticas apoiadas em valores superiores.

Mas antes de iniciar nossa discussão sobre marketing como estratégia e aprofundar os estudos sobre sua estrutura, desenvolvimento e aplicação das suas técnicas específicas, é necessário entender como e quando surgiu esse processo e como ele vem se comportando ao longo do tempo.

Do ponto de vista histórico, marketing é originalmente um processo social pelo qual indivíduos e comunidades obtêm o que necessitam e desejam interagindo livremente com outras pessoas. Especialistas e autores como Kotler e Armstrong (2014) definem marketing como um processo de planejamento e elaboração criativa de ideias, bens e serviços e a subsequente determinação de preço, distribuição e promoção (comunicação de marketing), visando criar trocas que satisfaçam os clientes consumidores e, simultaneamente, os objetivos almejados pelas organizações.

Veremos também que o marketing se desenvolve intimamente relacionado com o meio ambiente. O ambiente de marketing representa uma mistura entre as forças internas e externas que rodeiam uma organização e têm impacto sobre ela, especialmente na sua capacidade de construir e manter relacionamentos bem sucedidos com os clientes-alvo. Fonte: Fonte: http://www.unc.edu/news/pics/ faculty/tawards/2004/armstron_gary.jpg

Vale ressaltar, que o ensino formal de marketing em nosso país começou na década de 1950 nessa mesma década, com cursos ministrados pela Escola Superior de Administração de Negócios e pela Escola Superior de Propaganda. Em 1960, E. Jerome McCarthy publica nos Estados Unidos o primeiro tratado de marketing – Basic Marketing: A Management Vision – onde propõe o famoso conceito do marketing mix ou composto de marketing, integrado pelos quatro Pês do marketing. A quarta edição desse livro foi traduzida para o português em 1971, e
lançada no mercado brasileiro pela editora Zahar, com o título de Marketing Básico.

Mas a comercialização feita pelos seres humanos é remota e vem lá do mercantilismo nos séculos XVI e XVII caracterizados nas suas diversas formas: colonialista, financeiro, industrial, comercial e principalmente nas trocas de um produto por outro. Nesse sistema a principal figura é o comerciante, especialmente o exportador. Analisando-se a história do comércio, nota-se que o desenvolvimento comercial, a partir do século XII, já trazia o princípio da organização comercial que caracteriza a distribuição moderna de produtos, e um esboço inicial do conceito de marketing:

1. O produto, desenvolvido com características que o tornavam atrativo, inclusive com a assinatura do artesão fabricante como princípio de identificação de uma marca;

2. O preço de venda, estabelecido a partir da qualidade atribuída ao produto e a perícia do fabricante;

3. O ponto de distribuição, caracterizado pelas feiras da idade média para onde o produto era levado para sua comercialização.

4. A informação, ou comunicação do local onde era feita a comercialização, especialmente pela difusão da informação com a utilização de arautos (mensageiros) e da troca de informações boca a boca.

GRACIOSO (2007) nos mostra que no século XX, século da revolução de mercado, os Estados Unidos procuraram criar mercados novos, conduzindo a transformação de um mercado de vendedores para um mercado de compradores, e provocando a emergência do conceito de Marketing. Ainda, segundo GRACIOSO (2007), os estudos formais sobre comercialização foram surgindo. Em 1904, na Ohio State University, foi ministrado o primeiro curso de marketing, voltado para problemas agrícolas, com o título A Distribuição das Safras. Em 1908, Ana Jarvis lança nos Estados Unidos o Dia das Mães, data promocional comemorativa. De 1910 a 1930, aparecem as lojas de preço único.

Voltando a questão social do marketing. A definição social do marketing mostra a atividade como um processo social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam através da criação, oferta e troca de produtos e serviços de valor livremente entre as partes envolvidas (produtores e compradores).

Ainda, para Kotler e Armstrong (2014, p. 37): “Marketing é o desempenho das atividades de negócio que dirigem o fluxo de bens e serviços do produtor ao consumidor ou utilizador”. Os mesmos autores (2014, p. 37) afirmam também que: “Marketing é a entrega de satisfação para o cliente em forma de benefício e valor”.

Somando os conceitos anteriores, podemos entender marketing como um processo cuja essência é o desenvolvimento de trocas voluntárias promovidas entre clientes e organizações, com a finalidade de oferecer satisfação para ambos. Na compra de um Big Mag, por exemplo, o cliente fica satisfeito por comprar um lanche de seu gosto e a empresa pelo dinheiro arrecadado. Bom, pelo menos este seria o mundo ideal do marketing, mas na realidade vemos que não é bem assim que funciona e o cliente, na maioria das vezes, sai na desvantagem. Seja no preço, custo benefício e qualidade do produto X propaganda, ou seja, nem sempre o que se oferece na propaganda chega realmente na mesa do consumidor. Por tanto, ainda há muito para ser feito pelo “Marketing Social” que prima pelo bem estar da sociedade, convenhamos. Fonte: Meus estudos sobre Marketing Estratégico do curso de pós graduação e Marketing Político e eleitoral.

Toda a expressão da modernidade pode ser intermediada pela imagem.

A imagem tornou-se a janela da modernidade pelo fato de retratar e recriar uma realidade sob vários pontos de vista. Mas ao se falar de imagem não podemos nos ater apenas àquela: estática revelada pelos filmes do cinema ou das câmeras fotográficas, mas também às imagens figuradas através de peças de publicidade como o outdoor e as artes tecnológicas que juntas criam o famoso pensamento de Millôr Fernandes: “uma imagem vale mais do que mil palavras” . E essa “imagem”, estática ou não, que pode advir do ciberespaço, videoarte, games, celulares e internet, transformando essa profusão de imagens em uma visão de mundo da modernidade.

O fato de todo momento histórico estar intermediado pela imagem trata exatamente da maneira como as narrativas e informações de um modo em geral, podem ser transmitidas por esta tecnologia que incluem uma linguagem verbal e não – verbal, transformando o discurso inúmeras vezes, numa colcha de retalhos de signos icônicos como já apregoavam os poetas concretos em seu Manifesto da Poesia Concreta em 1950, ao falar de poesia.

Entretanto, todas estas teorias apenas mostram como a percepção da realidade mudou e como a imagem pode ser uma das grandes responsáveis por isto. E a polissemia nem seria um problema haja vista, a leitura intuitiva do contexto através dos ícones apresentados na imagem neutralizando este possível problema.

Infelizmente na sociedade em que vivemos, o que é visto vale mais do que se escreve, o problema é que estas mesmas imagens, muitas veze,s são manipuladas e mostram uma realidade simulada, geralmente por objetivos econômicos e políticos através da comunicação de massa. Esta mesma massa vive e revive através destas imagens, uma realidade virtual e moderna na qual ela não poderia alcançar. Ou seja, ela se sente mais próxima de uma realidade que não lhe pertence, seja por falta de poder econômico, localização geográfica ou até mesmo status social. No entanto, à medida que adquirimos mais informações, nossa percepção visual melhora, fazendo com que essa imagem “imutável” seja interpretada de várias maneiras. Fica a dica: Não acredite em tudo o que vê. uma imagem pode ser manipulada por várias questões, principalmente, política.

Ética Eleitoral

A maior manifestação da sociedade brasileira em clamor da ética na política nacional foi lançada em abril de 2008, por meio da campanha “Ficha Limpa”, movimento que contou com o apoio de quase cinquenta organizações não-governamentais (ONGs). A iniciativa visava elaborar um projeto de lei sobre a vida pregressa dos candidatos, de forma a tornar mais rígidos os critérios de inelegibilidades, impedindo que candidatos condenados por vários crimes ou que renunciaram para escapar à cassação pudessem pleitear um cargo. Agora eu te pergunto: que benefícios a validação desta legislação trará ao processo eleitoral brasileiro deste ano?

Mesmo esta legislação tendo entrado em vigor no dia 7 de junho de 2010, data de sua publicação no Diário Oficial da União, e somente ser aplicada nas eleições municipais de 2012, até hoje o candidato só pode ser considerado inelegível depois do processo transitado e julgado por um colegiado. Ou seja, um processo que pode demorar anos e fazer com que estes candidatos “ficha suja” consigam cumprir seus mandatos tranquilamente.

Uma pena, porque diante da realidade em que temos presos por corrupção pelo menos três ex governadores: Garotinho, Sergio Cabral e a Rosinha que mais uma vez conseguiu voltar para a prisão domiciliar, além do presidente da ALERJ, Jorge Picciani, junto com seu filho, Felipe Picciani, os presidentes das comissões mais importantes da Câmara: justiça e finanças, além de outros 116 condenados e 27 presos por corrupção, segundo últimas informações do G1 de julho de 2017. Se todos estes nunca mais pudessem voltar a assumir cargos públicos seria o mundo ideal. Mas em se tratando de Brasil, acredito que todos estes estão no próximo pleito.

Por que precisamos de porta-vozes eficientes e onde eles estão

Como falar dos outros sem revelar algo de si mesmo. Essa é a grande questão a ser estudada por quem deseja ser um porta-voz. Partindo do pressuposto de que estamos diante de uma plateia cada vez mais exigente e especializada, o Porta-voz eficiente é uma questão de necessidade básica de sobrevivência, não somente, para empresas do setor privado e público, mas principalmente para os políticos que são os porta-vozes de si mesmo.

Saber falar em público, se vestir corretamente e posar para fotos não é mais o suficiente.

Precisa ir além do media training, algo indispensável para todos estes setores, em especial para quem pretende se lançar na política, uma das áreas mais fragilizadas da sociedade e que exige cada vez mais sinceridade, verdade e competência nos discursos.

No entanto, o porta-voz que pode ser de uma empresa política (partido), privada ou setor público, precisa saber mais do que seu próprio umbigo, ou seja, sobre o seu setor. Precisa estar atento aoo mundo ao seu redor e suas necessidades, principalmente em se tratando de eleitores.

Porta-voz ganha destaque e vira cargo premiado

Vale ressaltar que essa função tem merecido tanto destaque na sociedade que já é passível

até de premiação internacional. Vide o caso do padre Federico Lombardi que recebeu o prêmio internacional de “Comunicador do ano”. Entre os pilares da premiação estavam: uma grande capacidade em desfazer tensões com simplicidade, escuta e, ao mesmo tempo, firmeza e competência.

No entanto, algumas observações são importantes como a questão da postura diante da imprensa, principalmente para não transmitir uma imagem de arrogância, dono da verdade ou pior; manipulador de informações. Em resumo: elegância e competência são as bases para o sucesso desse comunicador.

Vale ressaltar também, que ao falarmos de alguém revela muito mais de nós do que dos outros, para tanto, ater-se a responder o estritamente necessário pode ser essencial para manter seu perfil o mais protegido, possível, haja vista, que é preciso muito treino para falar dos outros sem revelar nada de si mesmo ou somente o desejado.

A importância do media training para o Porta-voz

O Media Training, também conhecido como treinamento de imprensa, é um processo de treinamento dos porta-vozes de determinada organização, com o objetivo de aperfeiçoar sua capacidade de se relacionar com os jornalistas, seja na hora das entrevistas, em eventos ou em encontros de relacionamento, explica uma premiada empresa de treinamentos: Race Comunicação.

Nancy Assad, especialista em comunicação e marketing e Media Training de diversos profissionais em diversas áreas, também ressalta a importância do Porta-Voz para evitar enganos, distorções, omissões, além de aumentar a capacidade de credibilidade da imagem e reputação necessária para toda e qualquer organização ou pessoa pública. “O bom porta-voz pode se transformar em fonte valiosa para a imprensa, principalmente quando este conquista a credibilidade através de práticas idôneas. Temos que ter como objetivos passar informações que sejam realmente importantes para o seu público e não somente para os jornalista”, destacou.

Em resumo: porta-voz segundo o dicionário Aurélio: é alguém que fala pelo outro. Ou seja, um representante de uma empresa ou pessoa pública. Mas que também pode ser um representante de si mesmo, mas não pensem que é mais fácil, pois em se tratando de políticos

e outras pessoas públicas, a responsabilidade é ainda maior.

Por que precisamos de porta-vozes eficientes e onde eles estão?

porta voz eficienteDine Estela: Como falar dos outros sem revelar algo de si mesmo. Essa é a grande questão a ser estudada por quem deseja ser um porta-voz. Partindo do pressuposto de que estamos diante de uma plateia cada vez mais exigente e especializada, o Porta-voz eficiente é uma questão de necessidade básica de sobrevivência, não somente, para  empresas do setor privado e público, mas principalmente para os políticos que são os porta-vozes de si mesmo.

Saber falar em público, se vestir corretamente e posar para fotos não é mais o suficiente. Precisa ir além do media training, algo indispensável para todos estes setores, em especial para quem pretende se lançar na política, uma das áreas mais fragilizadas da sociedade e que exige cada vez mais sinceridade, verdade e competência nos discursos.

No entanto, o porta-voz que pode ser de uma empresa política (partido), privada ou setor público, precisa saber mais do que seu próprio umbigo, ou seja, sobre o seu setor. Precisa estar atento aoo mundo ao seu redor e suas necessidades, principalmente em se tratando de eleitores.

Porta-voz ganha destaque e vira cargo premiado

Vale ressaltar que essa função tem merecido tanto destaque na sociedade que já é passível até de premiação  internacional. Vide o caso do padre Federico Lombardi que recebeu o prêmio  internacional de “Comunicador do ano”. Entre os pilares da premiação estavam: uma grande capacidade  em desfazer tensões com simplicidade, escuta e, ao mesmo tempo, firmeza e competência.

No entanto, algumas observações são importantes como a questão da postura diante da imprensa, principalmente  para não transmitir uma imagem de arrogância, dono da verdade ou pior; manipulador de informações. Em resumo: elegância e competência são as bases para o sucesso desse comunicador.

Vale ressaltar também, que ao falarmos de alguém revela muito mais de nós do que dos outros, para tanto, ater-se a responder o estritamente necessário pode ser essencial para manter seu perfil o mais protegido, possível, haja vista, que é preciso muito treino para falar dos outros sem revelar nada de si mesmo ou somente o desejado.

A importância do media training  para o Porta-voz

O Media Training, também conhecido como treinamento de imprensa, é um processo de treinamento dos porta-vozes de determinada organização, com o objetivo de aperfeiçoar sua capacidade de se relacionar com os jornalistas, seja na hora das entrevistas, em eventos ou em encontros de relacionamento, explica uma premiada empresa de treinamentos: Race Comunicação.

Nancy Assad, especialista em comunicação e marketing e Media Training de diversos profissionais em diversas áreas, também  ressalta a importância do Porta-Voz para evitar enganos, distorções, omissões, além de aumentar a capacidade de credibilidade da imagem e reputação necessária para toda e qualquer organização ou pessoa pública. “O bom porta-voz pode se transformar em fonte valiosa para a imprensa, principalmente quando este conquista a credibilidade através de práticas idôneas. Temos que ter como objetivos passar informações que sejam realmente importantes para o seu público e não somente para  os jornalista”,  destacou.

Em resumo: porta-voz segundo o  dicionário Aurélio: é alguém que fala pelo outro. Ou seja, um representante de uma empresa ou pessoa pública.   Mas que também pode ser um representante de si mesmo, mas não pensem que é mais fácil, pois em se tratando de políticos e outras pessoas públicas, a responsabilidade é ainda maior.

Amigo

IMG-20160402-WA0004.jpgDine Estela: Hoje não é Dia do amigo, mas resolvi refletir sobre o assunto. Depois de 40 anos acho que já estou na época da colheita. Pelo menos nas redes sociais são mais de dois mil! Mas será que estão todos por perto mesmo. Vamos ver quantos amigos tenho realmente.

Antes das redes sociais, tive tantos amigos na infância, adolescência e juventude mas aos 42 anos não sei onde eles estão. A não ser pelas fotos das redes sociais. Então peguei o telefone e liguei para uma meia dúzia que ainda estava na minha lista de contatos e aí descobri que eram apenas contatos de trabalho e não amigos de verdade. Perceber a grande diferença foi muito dolorido.

Mas não desisti e liguei assim mesmo, afinal são anos de convivência com estas pessoas. Alguns mais de 20 anos, outros quase dez anos e uns com cinco anos ou mais. Pessoas que conviviam mais comigo do que minha própria família. Eram horas juntas, digo mais de 12 horas por dia, às vezes.

Para cada um, eu disse que estava com saudade e queria marcar um encontro. Todos concordaram mas nenhum apareceu ou quis sair da sua zona de conforto. Os compromissos com o núcleo familiar estavam em evidência. Ou seja, marido, namorado e filhos.

Pensei em recriminar mas olhei para o meu próprio umbigo e percebi que sempre estive na mesma situação. Minhas prioridades nos últimos anos também foram estas: filhos, marido e trabalho. E os amigos de trabalho foram ficando nos trabalhos por onde passei. E olha que foram muitos.

Pessoas maravilhosas mas que no instante em que colocava o pé para fora da empresa desapareciam da minha vida literalmente. Nunca recebi ligações deles nos finais de semana ou feriados para um Happy hour. Tá acho que exagerei aqui. Até recebi sim, mas também priorizei meu núcleo familiar.

Hoje quando vejo estes mesmos amigos rodeados de outros amigos e não me vejo nessas fotos fico pensando: por que não estou ali. Por que quase nunca estou entre eles. Será que minha companhia não agrada. Mas eu tenho um papo legal. Sou inteligente, agradável, sei contar uma piada..só uma: a do pintinho mas pelo menos as pessoas riem…rsrs…

Fiquei triste e deprimida com essas dúvidas e até tentei procurar alguns amigos. Cheguei a visitá-los, ir nas suas festinhas de aniversários, convidar para as minhas, mas comecei a reparar que eu sempre estava disponível ao contrário deles. Então voltei para a minha toca.

Vale ressaltar que encontrar um amigo mesmo dentro do seu núcleo familiar não é coisa fácil. Por isso. Se você tem um amigo de verdade. Não deixe escapar e faça por onde não perder, porque é algo muito raro hoje em dia e geralmente você só descobre essa raridade nas horas de mais dificuldade da sua vida.

Então valorize aquele amigo que sai da sua zona de conforto quando você precisa dele. Que não mede esforços para te ajudar e que está sempre disposto a te ouvir sem usar essas informações para te julgar um dia.

Estar rodeado de pessoas quando você tem algo para oferecer é muito fácil. Naquelas horas que se quer apenas um ombro amigo, um companheiro para um café já começa a complicar.

É preciso sim ter amigos. O que será de nós sem eles? Nos tornaremos pessoas egoístas, centralizadoras e que pensam sempre primeiro em si mesmas, segundo em si mesmas, terceiro em si mesmas e assim por diante.

Reflexões do Dia.
Dine Estela

O que você vai ser quando crescer?

Rural - Selos SantosJá nos primeiros anos de vida, entre cinco a 10 anos é comum as crianças serem interpeladas sobre o que vão ser quando crescerem. Já existem até respostas prontas por pais “analisados” que ensinam seus filhos a dizer “Vou ser feliz”, mas na realidade, estes mesmos pais incutem na cabeça destas crianças, para que escolham profissões lucrativas, que rendam uma vida confortável para si e seus filhos.

Diante desta responsabilidade surgem pressões para que sejam médicas, doutoras, cientistas, engenheiras. Nesta lista não constam profissões como professor, policial, bancário ou jornalista. Esta última profissão surge como segunda ou terceira opção e geralmente exercidas por pessoas críticas e dispostas a mudar o mundo através de uma ideologia. O que para estes, significa uma visão ideal de mundo.

Todas estas pessoas vão para a faculdade e muitas descobrem somente depois de terminar o curso que não era o ideal e acabam por fazer outras coisas na vida, por amor ou necessidade, geralmente atendida por um bom tecnólogo, já que o mercado tem revelado que este profissional formado em dois anos, no máximo, tem conseguido os melhores salários, em detrimento do universitário de quatro, cinco e até oito anos.

Marielen Jardim queria ser pediatra, aeromoça, marqueteira, mas logo no terceiro período do último curso citado, descobriu que não era bem isso, que lhe motivaria na vida profissional ou renderia bons salários; concluiu o curso para não perder o que já tinha pago e hoje tenta outra faculdade. “Mesmo depois de formada não consegui me encontrar no mercado. Terminei e hoje faço psicologia. No fundo, sempre gostei muito de psicologia, pelo fato de conseguir entender a mente humana,” analisou.

As vezes é preciso mais do que um sonho para conseguir terminar o curso universitário. As adversidades da vida levam as pessoas a descambarem para outros caminhos em busca da sobrevivência. “Sempre quis ser jornalista, nunca pensei em outra profissão, no entanto, ainda não consegui terminar o meu curso por falta de estrutura financeira. São muitos afazeres paralelos e morar sozinho é muito difícil. Infelizmente ainda não consegui o diploma, mas exercer o jornalismo e o radialismo me faz continuar. Falta apenas um ano e meio para oficializar a profissão”, contou Leandro Machado esperançoso. Mesmo tendo outro trabalho no setor público, Leandro edita uma revista eletrônica há cerca de dois anos e faz programas esportivos em rádios locais.

Além de todas as dificuldades ainda restam outros obstáculos que devem ser vencidos dentro de uma faculdade, principalmente para os egressos como foi o caso de Rildo Ferreira, 47. Depois de mais de 20 anos fora das salas de aula, resolveu voltar a estudar. Já com filhos e uma vida profissional estabilizada, lhe restava apenas o prazer de voltar à sala de aula. “O que eu ganho hoje na minha profissão inicial é mais do que eu ganharia como pedagogo pós- graduado, no entanto, os cursos me ajudaram muito a desenvolver minha profissão de uma maneira mais completa”, contou.

Mas nem tudo foi fácil mesmo para ele, o primeiro contato com o texto acadêmico e toda aquela rotina universitária foi muito estressante e difícil. “Senti muita dificuldade de trabalhar com os grupos mais jovens, porque eles não compreendiam muito bem os textos acadêmicos e acabavam dispersando e muitas vezes eu me via fazendo o trabalho de todo mundo ou sendo o “chato” do grupo, por exigir mais do que queriam oferecer, estavam mais preocupados com as festinhas,” desabafou.

As festas são muitas e para todos os públicos

festa dos calourosA Festa Hot, por exemplo, oferece concurso da camiseta molhada e dançarinas profissionais. “É quase impossível resistir às festas e à pegação”, conta Jéssica Oliveira, estudante de jornalismo na Rural. Para quem mora nos alojamentos ou em bairros próximos é hora de curtir o barzinho da esquina depois da aula, evento que pode durar a noite inteira. Ou para os mais ousados, uma visita secretíssima às dependências mais escondidas da faculdade. Nem é preciso comentar o que rola por lá. “Pra mim, hora de correr porque o “Nilópolis” ônibus que pego, já vai passar”, acrescentou a estudante.

Em contraponto à esta realidade, Carolina Pinheiro que seria Engenheira Química, Desenhista Industrial, Advogada e hoje faz Engenharia Florestal na UFRRJ, disse que encontrou recentemente outra realidade dentro da faculdade, diferente de muitos calouros, que perdem o foco quando se deparam com a “psdeudo liberdade” universitária, Carol, assim como Marielen, não deixou-se levar por festas temáticas. “Eu particularmente nunca fui a nenhuma das festas desde que entrei. Nem no churrasco de integração da minha turma. Na universidade tem muita gente que se vê pela primeira vez, longe do controle dos pais e se perde no mundo das festas”, contou. “Acho que a sensação de liberdade é quase irresistível. Mas eu vejo que a maioria se preocupa com os estudos, a visão do “adolescente vagabundo” não corresponde à realidade atual que eu presencio”, defende. A universitária também parece feliz com o curso que escolheu.

Depois de formados, para onde vão estes profissionais ?

A resposta ideal seria “para o mercado de trabalho”, mas nem sempre é assim que acontece. Se estes estudantes não conseguirem um estágio ainda no curso ou complementar com outros de extensão ou idiomas, fica ainda mais difícil encontrar um “lugar ao sol”. “Eu não consegui fazer nenhum estágio de marketing enquanto estudava e depois de formada, se você não obteve esta experiência, ninguém te dá trabalho”, contou desolada, Marielen Jardim.

No entanto, os cursos universitários também andam tendo sérios problemas de se manter com qualidade, segundo as últimas pesquisas do ENAD, mesmo as tradicionais universidades públicas. Muitas perderam o direito de oferecer certos cursos. Parte deste fracasso se deve ao ensino médio de péssima qualidade seguido da agravante “mcdonaldização” da educação universitária como um fast food que disputa espaço no shopping, estação de trem ou até mesmo numa loja da esquina sem o mínimo de estrutura, tanto para os alunos, quanto para os professores que estão cada vez mais desvalorizados.

Refugiado Ambiental

Ligar o ar condicionado, subir a montanha e até mudar de país. Vale tudo para fugir das altas temperaturas do planeta nas últimas décadas. Nem os invernos polares de NY têm aguentado por muito tempo. Mundo afora, há cada vez mais “refugiados ambientais” em busca de lugares que ofereçam um clima mais fresco e também disponibilizem condições de vida mais humanas em termos de urbanização ambiental. Claro que um paraíso como este ainda não existe, mas tem gente pulando de galho em galho atrás dele, como é o caso da carioca Débora Silva, que já morou em vários lugares do Brasil e hoje vive na Flórida, EUA, há sete anos. “Não que aqui seja mais fresco, pelo contrário, as temperaturas são bem altas, mas o governo nos tranquiliza em termos de organização e urbanização. Aqui, por exemplo, não sofremos com a dengue, mesmo com tantos rios e lagos, exatamente por conta de uma governança viável”, enfatiza.

Por outro lado, não jogar óleo de cozinha no esgoto, evitar utilizar produtos industrializados e usar menos o ar-condicionado são tarefas simples mas que têm virado o lobo mau da preservação ambiental em um país que não vive sem os enlatados. As temperaturas no inverno da Flórida têm chegado aos 104º Fahrenheit (40ºC). Com isso, todas as casas têm ar-condicionado central e os carros não saem mais da montadora sem este opcional.

A falta de propostas efetivas de preservação ambiental tem deixado o texto base da Conferência da ONU para o desenvolvimento sustentável Rio+20 muito frágil às críticas. Esta semana a secretária do meio ambiente do Reino Unido, Caroline Spelman, disse, em coletiva, que o documento está precisando mostrar medidas concretas. “É preciso descobrir uma forma nova que vá além do PIB, que leve em conta não apenas o crescimento mas também o impacto do crescimento. Esta reunião tem de ser uma reunião de trabalho e não mais de debates”, pontua. Há uma inquietação, segundo ela, por parte das lideranças ambientalistas, por conta dessa falta de ação do documento.

Luiz Rodrigues presidente da Environmental Coalition of Miami & the Beaches (ECOMB), acredita no texto base mas também alerta para a necessidade das propostas começarem a sair do papel. “A proposta do texto base é bem abrangente, tornando-se um excelente guia de desenvolvimento sustentável e de preservação ambiental para nossos líderes. No entanto, é necessário um desejo, uma determinação política, e o estabelecimento de uma estrutura na sociedade única de cada cidade, estado, país, como a criação de parcerias com grandes e pequenas empresas, ONGs, organizações comunitárias”, comenta.

A organização tem feito sua parte e está em contato com outras ONGs, empresas e também políticos regionais para coordenar a sua presença na conferência. “Já temos uma estrutura em nossa sociedade local (vários comitês de sustentabilidade, ONGs etc.), como também um desejo e uma visão política, com relação à importância da preservação ambiental e da criação de estruturas que venham a facilitar a viabilização de soluções sustentáveis regionalmente”, conclui.

Sergio Trindade, ex-Secretário Geral Adjunto das Nações Unidas para Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento (1986-1991), mora nos EUA há 26 anos, mas trabalha no mundo inteiro, inclusive no Brasil, em uma variedade de projetos, muitos ligados à mudança climática, biocombustíveis e desenvolvimento sustentável. Ele também acredita que o potencial tanto do Brasil, quanto dos EUA, em desenvolver políticas efetivas para melhorar as condições climáticas são maiores do que se tem posto em prática. “Em foros internacionais de mudança climática, meio ambiente e sustentabilidade, o Brasil tem posição destacada. Entretanto, parece-me que, como em demais assuntos, as posições brasileiras ficam aquém de seu potencial, em especial, por não refletirem as vozes de um leque mais amplo de stakeholders (segmentos organizados da sociedade)”, pontua Sérgio.

Para ele, a posição americana também reflete o impasse entre seus stakeholders, e a situação tende a se estagnar nos EUA por conta do processo eleitoral. “O conservadorismo americano atual e suas empresas de combustível fóssil (carvão, petróleo e gás), entre outras, dificultam o exame de soluções alternativas, enquanto estimulam, na população, a negação da própria mudança climática, ou da influência da ação humana sobre ela”, destaca.

O ex-secretário visualiza dois temas que polarizam a discussão com os EUA e a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que agrupa os países mais industrializados da economia do mercado. Um deles é a criação de um fundo especial (custeado pelos países integrantes da OCDE) para apoiar países em desenvolvimento a mitigarem e se adaptarem à mudança climática. O outro é a questão do acesso a essas tecnologias. Trindade acredita que ambos os lados da discussão têm posições muito rígidas, “mas como no caso do acordo continuador do protocolo de Quioto, em que se esboça um enfoque mais flexível, é possível, nos casos do fundo especial e do acesso à tecnologia, que se consiga uma aproximação das partes”, analiza Sérgio, que também é recipiente do Prêmio Nobel da Paz 2007, dividido entre Al Gore e o Comitê Intergovernamental de Mudança Climática (IPCC, na sigla em inglês), do qual é membro.

Mais informações: http://www.onu.org.br/rio20/documentos/

Eleição do Queimados Futebol Clube

O Queimados Futebol Clube é o único clube de grande porte da cidade e o espaço social mais depredado. Com mais de dois mil sócios e apenas 12 pagantes, o clube parte para uma nova eleição com grandes desafios. Entre eles; o pagamento de uma dívida de mais de R$ 100 mil reais. Somente de energia elétrica são mais de R$ 75 mil. A Eleição acontece neste domingo (21) das 8h às 17h e todos os sócios podem votar inclusive, os inadimplentes.

Em entrevista ao programa A voz de Queimados nesta sexta (19), Luiz Carlos Monteiro, secretário municipal de esporte e lazer da cidade, disse que o grande desafio do próximo presidente está na área social do clube. Segundo ele, os sócios reclamam da falta de estrutura do clube, contestada pelo Monteiro, que disse estar tudo funcionando muito bem. Para ele, o desafio é estruturar o clube administrativamente e lutar pela volta da família ao clube. “Os bailes sociais estão esvaziados. No entanto, entendo que o maior desafio é de pessoal. O voluntariado não funciona e não temos como manter um quadro efetivo para garantir que todos os setores funcionem a contento.”, observou. Monteiro.

Três chapas disputam a presidência do Queimados FC: Marcos Arenga e Lola (chapa 1), Márcio Quesa e Iris Costa (chapa 9), que disputa com o Irmão da chapa 1 e José Bitencourt Filho (Zuzinha) e Josildo (chapa 15).

O candidato Zuzinha é advogado e subsecretário de desenvolvimento econômico e serviços de Queimados e foi presidente do Ponte Preta FC. Seu candidato a vice-presidente Josildo, foi vice do Bulhão e Claudinho no próprio Queimados FC. Zuzinha tem como projetos para devolver o clube aos sócios através de uma prática de resgate dos mesmos, através de um espaço mais conservado e reestruturado. Zuzinha promete ainda reativar os trabalhos da piscina e da área social do clube e fazer uma prestação de contas públicas para os sócios, algo que segundo ele é inexistente. “Temos muitos bailes e não sabemos para onde vai todo esse dinheiro e a dívida do clube só aumenta. Hoje são mais de R$ 200 mil em dívidas e 17 processos trabalhistas”, enumerou.

Legenda: José Bitencourt Filho, Zuzinha, chapa 15.

Marcos Arenga, atual vice-presidente e advogado do clube, contesta as informações de Zuzinha e diz que a dívida não passa dos R$ 100 mil e que as prestações de contas estão em dia. Arenga também tem propostas para resgate dos sócios e promete resolver as pendências financeiras do clube em longo prazo. “Não tem como fazer milagre, temos muitas dívidas herdadas de outras administrações e que estamos tentando resolver da melhor maneira possível, mas para isto, vamos precisar de mais apoio dos sócios para que possamos melhorar as estrutura dos espaços como a piscina, bar e quadra”, elencou.

Legenda: Marcos Arenga (chapa 1),

Maurício Leal Brand o Queza, tem 45 anos e trabalha como auxiliar de administração em Jacarepaguá. Segundo ele, sua candidatura já está lançada há mais de um ano e o irmão só decidiu faltando menos de três meses para a eleição, por isto, não estão juntos. “Meu irmão decidiu ser candidato e não nos avisou, não vou desistir agora depois de tanto tempo. Temos projetos para melhorar a estrutura do clube que hoje sofre com goteiras na área de show, a piscina não funciona, apesar de o atual presidente garantir que sim, a estrutura é péssima. Mas não poderemos melhorar nada se não pagarmos as dívidas primeiro”, destacou Queza. Não cedeu imagens.

Queimadão tem 90 anos de história para contar

O Queimados FC tem 90 anos de existência e muita história para contar. Por lá já passaram muitos famosos como: Alcione, Biquini Cavadão, kid Abelha, Latino, Pixote, Bom Gosto, Zico, entre outros. Queimados Futebol Clube é uma agremiação esportiva da cidade de Queimados, no estado do Rio de Janeiro, fundada a 26 de março de1922.

A sua estreia em âmbito profissional se deu no Campeonato Estadual da Terceira Divisão de Profissionais de 1997, quando ficou em quinto lugar na classificação geral.

Depois dessa experiência, o clube não mais se aventurou nas disputas de âmbito profissional, paralisando suas atividades. Em 2009 a prefeitura da cidade promoveu uma parceria com o Grande Rio Bréscia Clube para a disputa do Campeonato Estadual da Segunda Divisão. O clube de Magé transferiu toda a sua logística para Queimados, utilizando inclusive o uniforme do Queimados para a disputa, além do estádio Júlio Kengen para mando de suas partidas. Contudo, a parceria é logo desfeita.

Em 2011, o clube retorna ao profissionalismo com o apoio da Prefeitura e da Secretaria de Esportes e Lazer. Na primeira fase da competição disputa o Grupo “B”. Fica em primeiro em sua chave e se classifica juntamente com Duquecaxiense Futebol Clube e Grêmio Mangaratibense.

 

Queimadão na Série C do Campeonato Carioca

Em 2012, participa do Grupo “A”. Ao final da primeira fase se classifica em terceiro sendo superado por Clube Atlético da Barra da TijucaVilla Rio Esporte Clube. O Barcelona Esporte Clube também se habilitou à segunda fase. Nesta, o Queimados novamente se habilita no Grupo “E” ao ficar em segundo, atrás somente do São Gonçalo Esporte Clube. O Clube possui sede social e um estádio próprio, o Júlio Kengen, com capacidade para 5.000 lugares. Suas cores são o preto e o branco.

 

Queimados planeja crescimento habitacional

Casas populares do condomínio Paulo Duque

Queimados tem a meta de chegar à marca das 10 mil unidades habitacionais nos próximos quatro anos e faltam apenas três mil para alcançar o objetivo social. No entanto, para conseguir mais verbas para a Habitação será necessário que a cidade faça um mapeamento das áreas de interesse social, que poderão ser financiadas por várias fontes de custeio do Ministério das cidades como o PLHIS – Fundo Nacional de Habitação de interesse Social,  Ação Provisão Habitacional de Interesse Social – Modalidade: Assistência Técnica, Ação Apoio à elaboração de Planos Habitacionais de Interesse Social – PLHIS ou Urbanização de Assentamentos Precários – UAP.

O primeiro passo já foi dado e a Secretaria Municipal de Habitação e Obras – SEHOB de Queimados conseguiu o financiamento na modalidade – Assistência Técnica para apoio à elaboração do PLHIS e já fez o mapeamento de todas as áreas habitacionais da cidade, inclusive às de risco. A apresentação da primeira etapa do mapeamento aconteceu nesta quarta (17), no Teatro Metodista para vários representantes da sociedade civil organizada e ao público em geral.

O PLHIS tem como objetivo diagnosticar e resolver problemas dos assentamentos precários da cidade seja de legalização fundiária, condições de urbanização ou péssimas condições da moradia em áreas de risco.

Na próxima reunião, em novembro (7), serão abertas oficinas de trabalho com base nas linhas de financiamentos mais adequadas para cada um dos 63 assentamentos precários existentes na cidade. A reunião é aberta ao público que poderá participar ativamente do processo decisório. O local ainda não foi definido pelos organizadores.

Segundo arquiteta que fez a coordenação técnica do mapeamento, Cristina Lontra Nacif, Queimados encontra-se no plano intermediário de crescimento desordenado em relação à Região Metropolitana do Rio. “Muito ouvimos falar do crescimento desordenado das cidades e da falta de um plano diretor que faça esta ordenação. Em Queimados não é diferente, no entanto, não estamos em pior situação do que os outros municípios da região. É comum no país inteiro, às pessoas construírem primeiro, para depois requerem infraestrutura do poder público. O que estamos fazendo é chegar à contramão do sistema para tentar minimizar esta prática”, enfatizou.

O PLHIS de Queimados também visa resolver alguns problemas de infraestrutura dos assentamentos existentes com a viabilização de serviços de água, saneamento, distribuição de energia elétrica, transportes, serviços de telefonia, áreas de lazer e questões ambientais.

Fenômeno político

Estou muito feliz de ter voltado para o meu querido Brasil para fazer uma campanha vitoriosa para o prefeito da minha cidade, Queimados, RJ. Vim com o maior prazer porque percebi que este político merecia uma segunda chance de governar nossa cidade. Parece que além de mim, 93,10% dos eleitores também observaram a mesma coisa e lhe deram mais esta chance de continuar seu trabalho. Max Lemos teve a segunda maior votação do Estado do Rio de Janeiro e uma das sete melhores do país.

Mesmo sendo o favorito na cidade, visto que, seu opositor estava com a “Ficha Suja” e impugnado nestas eleições, Max fez uma eleição com garra e agenda cheia. Mais parecia uma meia maratona até às urnas. Segundo suas próprias palavras. “Se o prefeito não se reelege é porque não fez o trabalho direito”. E quando se reelege, a responsabilidade dobra. Pode ser a “pá de cal” que faltava em sua carreira política ou o pódio para uma carreira política vindoura.

O desafio da cidade para este segundo mandato continua sendo a saúde e a assistência social. Mesmo tendo aumentado o atendimento de 5 mil para 13 mil famílias assistidas pelo Bolsa Família e inserido mais 7 mil famílias no Renda Melhor, também do GF, o prefeito precisa continuar a luta pelas obras do tão sonhado hospital geral da cidade, que agora será um centro especializado em cardiologia e neurologia, problemas que mais atingem os brasileiros. A verba já está garantida pelos governos Federal (80%) e no Estado (20%), que também vai realizar as obras. Saneamento básico e asfalto também são muito necessários na cidade que não chegou nem a um terço de suas ruas pavimentadas. Ainda faltam mais de 500 ruas.

A construção de creches também é uma grande necessidade de uma cidade que foi considerada durante muitos anos como “cidade dormitório”. A meta do prefeito é construir sete creches por ano e 21 ao final dos quatro anos, ou seja, se tudo der certo, em três anos a meta será cumprida. Esta façanha somente será possível se mantiver a parceria com o Governo Federal, que poderá enviar os recursos através do Programa Brasil Carinhoso. É o famoso “toma lá dá cá” de Patrícia Poeta. Se a cidade, se mantém nos compromissos políticos, continua na lista de prioridades do governo. Vide o exemplo do Governo do Estado que depois que parou com as brigas infundadas com o Governo Federal, saiu da décima sétima posição em investimentos para o primeiro lugar.

Ser parceiro, no entanto, não significa baixar a cabeça para as coisas erradas, o que o Estado não fez, vide a luta pelos royalties do petróleo através da campanha “O petróleo é nosso”, entre outras. Com Queimados não será diferente. Agora a cidade tem plenos poderes para cuidar da sua saúde através da saúde plena e pode reivindicar mais acesso aos recursos. Inclusive reivindicou que o Estado garantisse o pagamento dos médicos da UPA – Unidade de Pronto Atendimento, já que a capital pagava mais de R$15 mil por plantão e Queimados não chegava a sete mil reais. O que fazia com que os médicos não se mantivessem na cidade. Agora com a nova fonte de custeio, fica mais fácil manter uma grade de médicos por semana.

Mas para manter estas parcerias, sera necessário o “da cá” , leia-se: honrar seus compromissos administrativos; o que certamente será feito, visto que, a cidade não está mais no CALC – um tipo de SPC das prefeituras. Com as contas em dia e os projetos sendo executados no tempo certo, só resta correr para o “abraço”, rumo ao status de “Joia da Baixada”.

A Câmara Municipal de Queimados também deu uma boa renovada e medalhões da política não conseguiram voltar ao poder. Uma resposta dos eleitores nas urnas, que estavam indecisos quanto aos vereadores mesmo no dia das eleições, o que fez com que nomes novos aparecessem no cenário político como Morie (PV), Lúcio Mauro (PSDB) e o jovem Leo Guerra (PSDC).

Vereadores eleitos: Dr. Fátima (2.221 votos), Wilson do Três Fontes (1.800), Careca (1.775), Lúcio Mauro (1.726), Elton Teixeira (1.718), Getúlio do Tutu (1.697), Elerson (1.654), Antônio Almeida (1.640), Paulinho Tudo a ver (1.593), Milton Campos (1539), Nilton Moreira (1.450), Morie (1.285), e Léo Guerra (1.023).

Sawgras Mills – onde o consumismo fica ainda maior

As férias podem estar acabando mas as promoções do maior outlet do mundo continuam em alta. Com tantos brasileiros nos EUA, Sawgras Mills – sul da Flórida – é considerado a segunda maior atração turística depois da Disney, combinando os três parques. São 11 mil vagas no estacionamento e 400 lojas que apresentam promoções com até 80% de desconto nas melhores marcas.

Cerca de 100 mil pessoas circulam pelos 220 mil metros quadrados do Mall. Segundo um dos gerentes Marcos Freire, o Mall está com todas as suas lojas e carrinhos alugados e muitos na lista de espera criando uma demanda para mais 40 lojas, obra deve começar em duas semanas. Atualmente o cliente leva pelo menos uma hora para circular por todo o espaço, que recebe cerca de 30 milhões de pessoas por ano.

Mas não é apenas o grande número de lojas que chama a atenção dos consumidores desse Mall, mas sim a quantidade de outlets (lojas de ponta de estoque). Segundo Marcos, Sawgrass já é considerado o maior outlet mall do mundo e os brasileiros já descobriram isso. Cerca de 1/4 das pessoas que passam pelo estacionamento são brasileiras buscando por promoções. “Um casaco do Giorgio Armani, na loja oficial custa 15 mil dólares. Aqui sai por cerca de mil dolares. Uma jaquetinha da Prada, você encontra por 360 dólares e nem é de Milão. Essa veio da Romênia. Um vestido da Valentino de 25 mil pode ser encontrado por até dois mil dólares, o que é uma fração do preço original”, informou o gerente. No entanto, acrescentou que a campeã de vendas são as malas. “As pessoas compram as malas para encher de mercadorias”, enfatizou sorrindo.

Outro diferencial que chama a atenção da clientela é a facilidade na hora de carregar as compras. “Como uma conveniência para os nossos clientes, oferecemos sacos de armazenamento e transportes que podem ser entregues no hotel, aeroporto ou diretamente para o seu destino final, o que deixa os clientes com as mãos sempre vazias para comprar mais coisas”, acrescentou.

Com tanto outlet não sobra muito espaço para diversão, conta Marcos, que faz parte de uma equipe com mais de sete gerentes. “Sawgras Mills não tem área de lazer para crianças e nem faz festas para chamar clientes porque não precisa, está sempre muito cheio de visitantes. O foco lá aqui é o preço baixo. As pessoas vêem preparadas para comprar, comprar e comprar a preço de custo”, finalizou.

O endereço do Sawgrass Mills Mall é: 12801 W Sunrise Blvd, Sunrise, FL 33323 Horário de funcionamento: De segunda-feira a sábado, das 10 am às 9h30 pm; aos domingos, das 11:00 am às 8:00 pm. Principais lojas: Nike, Gap, Puma, American Eagle, Calvin Klein, Hugo Boss, Guess, Lacoste, Polo Ralph Lauren, Tommy Hilfiger, Oakley, Vans, Adidas, Aeropostale, Victoria’s Secret. Clique para ver a lista completa das lojas visite o site do Mall em http://www.simon.com/mall/?id=1262

Tititi no Show do Victo & Leo


Não tinha iluminação no espaço, a bebida estava quente e as filas quilométricas, mas nem com todo esse contratempo os fãs da dupla Victo & Leo arredaram os pés do Club Cinema em Pompano Beach, Fl na última sexta, 2 de março. Foram duas horas de show com muito amor e suor. O gerador de energia mal aguentava os equipamentos de som, logo a iluminação e o ar condicionado não puderam ser ligados, mas isso também não fez muita diferença  para os fãs.

Nena Lory chegou a ter um vertigem de tanto calor, mas logo se recuperou e voltou para perto do palco na tentativa de fazer as melhores fotos; E conseguiu. Depois do show realizou o sonho de ficar com o rosto colado no seu cantor preferido da dupla, o Leo.  “Ele é lindo demais, gente. Já valeu todo o esforço que fiz para ficar perto deles. Além de lindos os caras cantam muito bem”, falou Nena que saiu do show com os sapatos nas mãos de tão cansada de pular e cantar as músicas que foram acompanhadas pela platéia na ponta da língua e dos pés.

Estava tudo indo muito bem até que a produção do show descobriu algumas horas antes que a direção do Club Cinema não tinha pago a conta de iluminação de 21 mil dólares. Esta notícia chegou a menos de 24 horas do show. A partir daí, começou o debate sobre cancelar ou não o evento. A chegada em massa dos fãs fez a produção mudar de idéia e dar prosseguimento ao planejamento. Resolveram alugar geradores, mas não encontraram geradores potentes para aguentar som, ar condicionado e as geladeiras, pelo menos foi esta a historia que contaram para a imprensa. O tempo foi ficando curto e a coletiva de imprensa foi preterida em função dos patrocinadores que tiveram a preferência para entrar e falar um pouco com os cantores. Sem área reservada para a imprensa, alguns coleguinhas quase foram pisoteados com as brigas que aconteceram no meio do salão. Entre feridos salvaram-se todos.No entanto, as garrafas de vidro quebradas pelo chão causaram algumas feridas nos desavisados que tiveram de ser hospitalizados.

A Dupla ficou  tão constrangida com as péssimas condições do espaço que ao final do show, pediu desculpas aos fãs em tom de pezar. “Vocês nos desculpem pelas condições do evento, gostaríamos de oferecer uma temperatura agradável e uma iluminação perfeita mas infelizmente não foi possível, no entanto, só fizemos o show em respeito a vocês que se prepararam para estar aqui hoje”, desabafou Leo, todo molhado de suor e tentado assoprar a platéia na tentativa de minimizar o calor num gesto de compaixão.

Mas o que ficou claro posteriormente é que a Responsável pela turnê de Victor e Léo nos Estados Unidos Rita Flop, dona da Floripa Productions, empresa sediada na cidade Walden, Boston que contratatou os serviços do Tuca Productions, responsável pelas negociações com o Club Cinema tinha total conhecimento dos problemas da casa de show que foram repassados pelas assessoras Bárbara e Vanuza.  No entanto, Rita afirmou aos aos jornalistas não saber do problema até a última hora. “Se soubessemos disso não teríamos vindo para cá. Conseguimos minimizar o problema mas infelizmente não conseguimos agradar a todos”. Finalizou.

Outro problema sério, foi a casa não ter bebidas para vender e ter de recorrer a um restaurante para fornece-las e emprestarem a licença para a venda das mesmas. Os lucros destas vendas foram revertidos à produtora Rita como garantia de ter de volta os quase 21 mil dólares pagos através de cheque para pagar a conta de luz do Club Cinema, pagamento feito as 4h da tarde de sexta-feira, 2 de março, dia do evento. O show transcorreu bem, na medida do possível mas certamente a falta de organização prejudicou a imagem da turnê internacional da dupla nos Estados Unidos.

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Feijão com carnaval – Uma mistura perfeita

Samba com feijão, regado a muita pimenta. Este foi o sabor do carnaval Americano promovido pela revista TITITI no domingo de carnaval no restaurante Feijão com Arroz em Pompano Beach, FL. Mais de 200 pessoas lotaram o espaço para sentir um pouco do gostinho do carnaval brasileiro. O evento contou com festival da camizeta mais bonita e o bloco mais animado e numeroso. A animação da festa ficou por conta do Grupo Samba RJ, Banda Fuzuê  e o DJ Bruno Goiano que fez muitas brincadeiras. O evento também retransmitiu o carnaval carioca nos telões.

Os blocos foram homenageados pela revista com certificados de partcicipação tendo o  bloco  Tchê tchê-rere tchê tchê ficado em primeiro lugar com 51 pessoas, em segundo, o bloco do Jornal Gazeta News (15), junto com o Delícia…delícia (15). Em terceiro, o bloco ABarbarella (14), seguido de Babelle Salon (12), Interect Moving (10) e Microcamp (10). Foram quase oito horas de pura diversão para todas as idades.

Eric Cortopasse, 3 anos, curtiu seu primeiro carnaval até as 8h da noite (hora de dormir para ele). “Difícil foi fazê-lo dormir depois do baile”, conta sua mãe, a executiva da Highlite Home Care – Débora Silva. No entanto, os adultos não tiveram hora para ir embora e pareciam nem querer isto. Este baile sempre acontece no domingo de Carnaval, começando às 4 da tarde  com um matinê familiar em que é permitida a entrada de crianças, descreve o diretor da revista, Carlos Salles. “O primeiro aconteceu no Renascer Café (2005), segundo (2006) e o terceiro (2009) no Kibom Bar e Restaurante. A Tititi já está no seu 40º baile de Carnaval”, relembra o diretor Carlos Salles.

Segundo Carlos, o concurso da melhor camizeta ficou inviabilizado por conta do excesso de criatividade dos participantes. “ Não tivemos como escolher a mais transada pois eram muitas. A cada hora o público escolhia uma diferente, então achamos melhor não escolher nenhuma em especial e premiar todas com gifts doados por algumas lojas como a Babelle Salon & Spa, Color of Brazil, Bijou Bijou e Brazilian Fashion”, esclareceu Carlos. A vencedora da passagem aérea oferecida pela empresa de vôos charte SST Air foi um membro do bloco Tchê tchê-tere tchê tchê, Silvia Teixeira moradora de Derrfield Beach.

Novo Rádio

A instantaneidade e a qualidade do áudio não são as únicas novidades. Com o advento da era digital, o ouvinte pode ver, ouvir e ler as informações sobre a música que está sendo executada em tempo real sem as interferências do sistema analógico do AM e FM, além de obter informações personalizadas sobre trânsito e meteorologia. A qualidade do áudio se equipara ao melhor som de CD, atendendo aos ouvintes mais exigentes da música clássica. O rádio digital também permitirá a transmissão de vários programas para públicos distintos pelo sistema broadcasting.

O Rádio Digital de que estamos falando nada mais é do que a digitalização das ondas hertzianas para a internet1, mas seu impacto sobre a radiodifusão, principalmente a comunitária, é no mínimo reanimadora, posto que retira estas rádios dos limites da lei que restringe as transmissões do raio de 1km para o mundo. Hoje já se pode ouvir uma rádio comunitária até de outro país com qualidade de áudio através da internet. Ainda há localidades que o sinal de FM chega tão ruim que somente através da internet é possível ouvir a programação de algumas rádios que já se digitalizaram, tanto comerciais como comunitárias, vide o caso da rádio comunitária Novos Rumos FM, Band, CBN entre outras.

Toda essa transição é muito empolgante, mas há uma corrente crítica de pensamento e até certo ponto conservadora que preza pela essência do rádio como amigo de todas as horas. Que não te reprime nem limita seus passos e olhares. Como fica este público acostumado a ter as informações sem precisar parar de fazer algo? Vai perder o companheiro do dia-a-dia, nos afazeres domésticos, trânsito, trabalho etc?

Sebastião Santos, fundador da primeira rádio comunitária do Brasil, se preocupa com a infinidade de rádios individuais e fala do poder da era digital. “A digitalização cria imensas possibilidades, mas ainda não é suficiente para atender a uma demanda reprimida. Fico imaginando se cada pessoa que tem direito a se expressar, quisesse colocar uma rádio no ar ou seja, programar músicas, notícias, até locutores apresentadores.” Tião está preocupado com uma rádio plural e não individual, o que novamente nos remete à teoria da comunicação interplanetária de Landell como mais uma ferramenta de democratização da comunicação que faça frente a comunicação para as massas em função de uma comunicação feita pelas massas.

PossibilidadesO Digital Audio Broadcasting-DAB, também conhecido como Eureka, sistema de transmissão radiofônica, já implantado na Europa e nos Estados Unidos, permite que cada internauta possa ter uma emissora de rádio personalizada, evidenciando o caráter comunitário e democrático de comunicação e expressão. Mas “nem tudo são flores” e já existem experiências não muito satisfatórias quanto às novas tecnologias em teste no mundo.

Dependendo da localidade e suas particularidades geográficas, a conexão via cabo oferece melhores resultados, mas ainda é muito cara para os padrões da classe média. Para ter uma conexão de 146kbps, por exemplo, o usuário tem de pagar uma taxa que gira em torno dos R$ 80. Como esta conexão não dá para fazer muita coisa, mas pelo menos ouvir uma rádio é possível. Poderão acontecer algumas interrupções na transmissão se a taxa de transferência aumentar, mas nada que não possa ser resolvido com um pouco de paciência. Logo, o internauta terá de ficar atendo com o envio e recebimento de dados enquanto ouve alguma programação. Claro que neste campo também já existem os famosos gatos, e o “gatovelox” é um dos mais usados em regiões de periferia em que os serviços oficiais demoram a chegar e quando chegam encarecem por conta da distância, entre outros fatores políticos, claro.

Também já está sendo bem utilizada a transmissão via rádio (satélite), a famosa conexão “CAI”. CAI quando chove, CAI quando faz sol, CAI quando o tempo fica nublado, quando venta muito, enfim. Cai por qualquer motivo. O valor para a instalação consegue ser ainda mais alto por conta dos equipamentos. O usuário precisa instalar uma pequena antena em cima de sua residência e ainda comprar um roteador. Este aparelho fica acoplado à antena e permite a ligação de vários computadores na mesma conexão sem aumentar os custos, além dos cabos até o computador. O serviço custa em torno dos R$ 300. A mensalidade mínima é de R$ 50 por uma conexão de 148kbps, nunca chega a 1 mega.

A conexão por 3G via minimodem também tem sido muito utilizada nestas localidades mais distantes, principalmente na Baixada Fluminense, Estado do Rio de Janeiro. Existem operadoras de telefonia móvel que cobram apenas R$0,50 por dia de uso para uma conexão que não passa de 200kbps. Esta também depende muito da meteorologia. Se o tempo nublar, já era. A conexão fica impraticável. Mesmo com sinal, o aparelho celular não consegue conexão. Para quem tem um computador ou laptop, com este chip da operadora é possível baixar um discador próprio e utilizar a conexão através de um mini medem. A conexão permite assistir vídeos, ouvir rádio, abrir vários sites, bater papo, tudo ao mesmo tempo. Algo realmente bem difícil mas acontece. O mais caro desta conexão é o medem que custa em torno de R$150. Valor que para a classe média baixa é muito elevado.

Não podemos esquecer a famosa conexão discada que ainda insiste em ser utilizada em alguns lugares que ainda tem telefone cabeado, outra raridade, visto que as operadoras de telefonia andam se recusando a instalar este tipo de aparelho fixo, na tentativa de migrar para o padrão digital. Os novos telefones não oferecem internet e as interferências ainda são muitas. Hoje já é possível você ligar para a residência de uma pessoa e ouvir a mensagem de que a pessoa está fora de área de cobertura.

Com os novos telefones celulares oferecendo conexão “rápida” principalmente os jovens tem aderido muito a essa nova tecnologia. No entanto, as LAN house3, ainda são a melhor pedida em localidades muito pobres e distantes dos grandes centros urbanos. Como muitos não tem computador em casa, a saída é procurar estes locais não somente como uma forma de inclusão digital mas como uma das poucas formas de lazer seguro.

Assista a “Surubinha de leve – Mc Diguinho (RESPOSTA FEMININA)” no YouTube

Assista a resposta a música “Surubinha de leve – Mc Diguinho (RESPOSTA FEMININA)” no YouTube

Assista a resposta à música “Surubinha de leve de Mc Diguinho

As youtubers Carol e Vitória resolveram dar uma resposta à canção “Surubinha de Leve” que faz apologia ao estupro e estava entre as mais ouvidas do Spotify. A plataforma digital já anunciou que irá retirar a música do seu catálogo após as denúncias.